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Mulher, 58 anos de idade, menopausada, refere desconforto pélvico e sensação de “peso” na região vaginal, que se acentua ao final do dia e após longos períodos em pé. Também refere dificuldade para evacuar, com necessidade frequente de realizar manobras digitais para completar a evacuação. Apresenta atividade sexual regular com uso de lubrificantes à base de óleos naturais. Durante o exame ginecológico com manobra de Valsalva, observa-se que a parede vaginal posterior ultrapassa o hímen em 2 cm e o colo uterino exterioriza-se 1 cm além do hímen. Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta terapêutica a ser considerada neste caso. 
Mulher, 32 anos de idade, sem doenças prévias, em consulta 4 semanas após nascimento de seu primeiro filho. Marido é “trabalhador, mas não tem muito jeito com o filho”. O parto foi vaginal espontâneo sem complicações. Ela relata que estava bem nos dois dias em que ficou na maternidade. Entretanto, ao voltar para casa, começou a se sentir sobrecarregada, cansada, com dificuldade para dormir e, quando o bebê dorme, ela chora. Sente que não é uma boa mãe, está sem paciência, irritada, e não sente prazer em cuidar do filho. Acredita estar com os hormônios alterados. Amamentar era seu sonho, mas diz ter pouco leite e, diferentemente do seu comportamento habitual, está com aversão à proximidade com o marido, que reclama do distanciamento. Refere estar com secreção vaginal amarelada abundante e preocupada se não estaria com um problema no útero. Qual é a conduta indicada?
Mulher, 52 anos de idade, procura a atenção primária com queixas de fogachos frequentes, sudorese noturna e alterações de sono, com ciclos menstruais regulares e volumosos. Qual deve ser a abordagem mais apropriada para o manejo inicial dessa paciente, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde?
Mulher, 28 anos de idade, saudável, com gestação prévia sem intercorrências, procura atendimento ginecológico para iniciar o uso de contracepção hormonal combinada. Ela não possui história pessoal ou familiar de trombose venosa profunda, tromboembolia pulmonar ou complicações gestacionais. Soube por amigos do risco de trombose relacionado ao uso desse tipo de contraceptivo e solicita a realização de exames para pesquisa de trombofilias hereditárias antes de iniciar o método. A tabela de prevalência de trombofilias hereditárias é apresentada a seguir:


Prevalência de Trombofilias Hereditárias e Risco de Trombembolismo Associado ao Uso de Contraceptivo Oral


Imagem associada para resolução da questão


Com base nas evidências disponíveis na tabela e o risco de tromboembolia em usuárias de contraceptivos orais, qual é o melhor aconselhamento neste caso?
Mulher, 35 anos de idade, acabou de descobrir que está grávida. Tem parceiro único, HIV positivo com carga viral entre indetectável e 1.000 cópias/mL. Faz uso de PREP HIV e preservativo eventual, último contato desprotegido há dois dias. A orientação mais adequada para a paciente inclui: