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Paciente 30 anos, secundigesta e primípara, chega ao pré-natal na 26ª semana de gravidez, assintomática para segunda consulta pré-natal, trazendo os exames de rotina, realizados na semana anterior. A curva glicêmica realizada com 75g de dextrosol teve como resultado: jejum 87 mg/dL; 1h 185 mg/dL; 2h 155 mg/dL.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico e quantos valores encontram-se alterados.

Diante de um quadro de intoxicação por sulfato de magnésio (MgSO4) realizado em gestante na 31ª semana de gravidez para neuroproteção fetal, sem diagnóstico de pré-eclâmpsia.


Assinale a alternativa que representa a conduta inicial CORRETA, diante de um quadro sugestivo de intoxicação pelo magnésio.

Analise as alternativas abaixo e assinale a CORRETA, com relação à suplementação de vitaminas durante o prénatal, baseada nas evidências atuais, não apenas considerando o que o Ministério da Saúde do Brasil recomenda atualmente.

Paciente 26 anos, na 30ª semana, secundigesta e um aborto anterior, chega na emergência obstétrica referindo perda de líquido há 19 horas. Após anamnese detalhada do médico assistente, paciente refere que a perda foi súbita de um líquido transparente, cheirando a água sanitária, escorrendo pelas pernas e se acumulando do chão. Negava outras queixas. Ao exame clínico, temperatura axilar de 36,5oC e frequência cardíaca materna de 80 bpm. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente, toque vaginal não realizado e ausente líquido amniótico pelo exame especular e manobra de valsava. Realizada ultrassonografia a qual foi normal (líquido amniótico e vitalidade fetal).


Assinale a alternativa que NÃO complementará o diagnóstico baseado nas evidências.

Paciente 25 anos, secundigesta e primípara, com acompanhamento pré-natal de baixo risco bem realizado e sem intercorrências. Vem para acompanhamento pré-natal na 33ª semana de gravidez, quando é percebida uma AFU de 28 cm. Foi submetida a uma ultrassonografia que evidenciou uma circunferência abdominal no percentil 8 para idade gestacional, o índice de pulsatilidade da artéria cerebral média fetal no percentil 10, da artéria umbilical no percentil 50 e da média das artérias uterinas no percentil 50. Observando as ultrassonografias anteriores, tanto o peso fetal estimado quanto a circunferência abdominal vêm com os percentis variando entre 5 e 10.

Qual a hipótese diagnóstica e a conduta provavelmente CORRETAS?