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A ênfase na flexibilidade está mudando o próprio significado do trabalho, e também as palavras que empregamos para ele. “Carreira”, por exemplo, significava originalmente, na língua inglesa, uma estrada para carruagens, e, como acabou sendo aplicada ao trabalho, um canal para as atividades econômicas de alguém durante a vida inteira. O capitalismo flexível bloqueou a estrada reta da carreira, desviando de repente os empregados de um tipo de trabalho para outro. A palavra job [serviço, emprego], em inglês do século XIV, queria dizer um bloco ou parte de alguma coisa que se podia transportar numa carroça de um lado para o outro. A flexibilidade hoje traz de volta esse sentido arcano de job, na medida em que as pessoas fazem blocos, partes de trabalho, no curso de uma vida.
(Richard Sennett. A corrosão do caráter: consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo,2015. Adaptado.)
A flexibilidade e as transformações no trabalho citadas pelo sociólogo Richard Sennett geram
Giovanni Alves (2000) afirmou que o chamado “novo sindicalismo”, durante a década de 1980, caracterizou-se por uma nova prática sindical, de organização da base, da construção da intervenção operária nos locais de trabalho, considerada uma das principais debilidades do sindicalismo brasileiro. Sobre o “novo sindicalismo”, analise as afirmativas abaixo:
I. O desenvolvimento das novas organizações de base era, de certo modo, uma necessidade posta pelo complexo de reestruturação produtiva.
II. O surgimento das novas organizações de base vincularam-se a uma prática sindical de novo tipo, classista, de matriz socialista, que predominou na CUT durante a década de 1980.
III. Correntes socialistas, que possuíam expressão política no novo sindicalismo, colocaram a necessidade do controle da produção pela hegemonia capitalista.
Assinale