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Acordo de Parceria Mercosul-União Europeia
O Acordo de Parceria integrará dois dos maiores blocos econômicos do mundo. Juntos, MERCOSUL e UE reúnem cerca de 718 milhões de pessoas e Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente US$ 22,4 trilhões de dólares. Quando examinado pelo volume de comércio, trata-se, ao mesmo tempo, do maior acordo comercial a ser firmado pelo MERCOSUL e um dos maiores dentre os assinados pela UE. Em termos de população e tamanho das economias envolvidas, é um dos maiores acordos do mundo. Em um contexto de crescente protecionismo e unilateralismo comercial, o Acordo é uma sinalização em favor das trocas internacionais como fator para o crescimento econômico.
Disponível em: https://www.gov.br/mre/pt-br/assuntos/politica-externa-comercial-e-economica/agenda-de-negociacoesexternas/factsheet-acordo-de-parceria-mercosul-uniao-europeia. Acesso: 22 fev.2026. (adaptado).
A assinatura deste acordo entre as partes representa a criação de uma:

A globalização pode ser compreendida como um processo histórico e geográfico de transformação mundial que intensifica a interdependência entre territórios por meio de fluxos, reorganizando escalas de poder e redefinindo o papel dos lugares na economia e na cultura. Acerca da globalização no contexto de Rondônia, julgue as afirmativas abaixo.



I. Em Rondônia, a globalização se expressa com nitidez por ser um território amazônico onde a integração aos mercados nacionais e internacionais ocorreu sobretudo via fronteira agropecuária e logística de exportação.


II. Rondônia se insere na economia global pela industrialização de alta tecnologia e pela consolidação de polos industriais voltados à exportação de bens manufaturados, reduzindo a dependência do setor primário.


III. A globalização no estado implicou a diminuição das pressões socioambientais, uma vez que a ampliação do comércio internacional favoreceu a substituição gradativa da pecuária extensiva por atividades de baixo impacto ambiental.



Está(ão) correta(s) a(s) seguinte(s) afirmação(ões):

Fala-se muito, hoje em dia, da questão ecológica. Mas, regra geral, as pessoas se portam como se os delitos ambientais fossem uma criação recente, efeitos inevitáveis e específicos da civilização urbano — industrial. Não é bem assim. O que há, nos dias que passam, é que a nossa capacidade destrutiva alcançou um grau historicamente inédito. Temos poder suficiente para detonar o planeta. Mas isso não significa que crimes contra o mundo natural sejam uma invenção contemporânea. Bem vistas as coisas, a história da devastação ambiental dos trópicos brasílicos começou com os índios. Foram eles que deram início ao processo de destruição da vegetação que recobria milenarmente o nosso litoral.
Quando os primeiros navegadores europeus chegaram aqui, não deram de cara com uma “natureza” pura, intocada. Mas com um mundo onde, para lembrar o trocadilho de James Joyce, a mão do homem já havia posto os pés. Seres humanos circulavam há milênios por esses trópicos. Dados arqueológicos revelam que a zona costeira do Brasil já possuía “sambaquis”, depósitos de conchas marinhas e restos humanos, há oito mil anos atrás. Viviam então, em nosso atual território, populações engajadas em atividades de caça e coleta de alimentos. E tudo indica que essas populações não deixaram de realizar as suas intervenções no mundo natural. Apesar das evidências disponíveis, todavia, o terreno permanece hipotético. Os problemas começam, de fato, quando começam as práticas agrícolas. A agricultura representa — sempre — uma reviravolta radical na relação do homem com a natureza. Quando ela se impõe, o ecossistema deixa de imediato de ser regido por processos unicamente naturais. (RISÉRIO,2004, p.242-243).

O processo de expansão marítima e comercial pode ser considerado o primeiro grande movimento de globalização, devido ao fato de ter
“A globalização implica que a produção de empresas transnacionais é para o mercado mundial, como podemos ver no caso da indústria automotiva, da aviação, do comércio na internet e da indústria de entretenimento de Hollywood. Aprodução econômica nacional de açúcar, soja, carne é destinada à exportação”, disse Luiz Alberto Padilla, ex-embaixador da Guatemala (Jornal da USP,2019). Assinale a alternativa que indica uma característica incorreta do processo de globalização.
Os impactos ambientais têm se agravado em função do maior desenvolvimento anárquico das forças produtivas que estruturam o modo de produção capitalista, enquanto as relações de produção são relações de domínio e submissão. É dessa relação que se constata o grau de dilapidação da capacidade produtiva da terra, com crescente degradação da natureza, determinada por um aproveitamento generalizado e mais intenso dos recursos naturais. CASSETI, Valter. Ambiente e Apropriação do relevo. Contexto: São Paulo,1991.(Texto adaptado).
A partir da análise do texto e da literatura existente sobre o processo de apropriação da natureza, julgue os itens a seguir.
I - A crescente degradação da natureza ocorre, sobretudo, através dos processos de industrialização e de agricultura predatória que se aperfeiçoam com a revolução tecnológica e científica, o que leva à produção em massa, exigindo assim, mais exploração dos recursos naturais. II - O trecho “as relações de produção são relações de domínio e submissão”, refere-se à lógica do mercado em desenvolver alto grau tecnológico para produzir bens que tornem a sociedade submissa ao consumo e dominada pela mídia que a leva a criar hábitos de comprar.
III - Catástrofes ambientais como: chuvas ácidas, abalos sísmicos e erupções vulcânicas são conseqüências do grau de dilapidação da capacidade produtiva da terra em detrimento de uma forma correta de apropriação da natureza. IV - As relações de produção no espaço urbano provocam intensas transformações ambientais nas grandes cidades, entre as quais encontra-se a desorganização do mecanismo climático, expressa por fenômenos como a inversão térmica e a formação de ilhas de calor.
Entre as afirmativas corretas, encontram-se,