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“O coronavírus é um fenômeno mundial e atua como agente que contamina o conjunto do sistema, e se transmite com muita eficiência e com uma taxa e crescimento exponencial. O que inicialmente foi uma epidemia localizada na região de Wuhan, China, progressivamente se expandiu e se converteu em pandemia de difícil controle para os sistemas nacionais de saúde púbica.
O lugar de origem do vírus diz muito sobre a globalização: uma sociedade onde convivem a maior dinâmica econômica do planeta e práticas tradicionais das populações em seu relacionamento com os bosques e espécies silvestres; mercados onde essas espécies são vendidas, situados em cidades com milhões de habitantes e interconectadas com o planeta.
[...]
O vírus demorou a chegar à América Latina. Enquanto o foco da infecção estava na China, não apareceram casos na região. A situação mudou quando o vírus se ativou nos países europeus, com os quais a região mantém intenso intercâmbio. A multiplicação acelerada de casos confirmados forçou a implementação progressiva de medidas de restrição à entrada de pessoas vindas do exterior, e de reclusão domiciliar para segmentos importantes da população.”
Fonte ECHEVERRÍA, Julio. O coronavírus e a globalização.
Folha de São Paulo.1 de abril de 2020. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2020/04/o-coronavirus
-e-a-globalizacao.shtml
Sobre a relação entre a pandemia de Covid19 e o processo de globalização, é CORRETO afirmar que
No contexto da reconfiguração da geopolítica econômica contemporânea, Estados nacionais passaram a revisar sua inserção nas cadeias globais de valor, sobretudo em setores considerados sensíveis à segurança nacional, como semicondutores, energia, defesa e insumos médicohospitalares. Esse movimento intensificou-se após crises sistêmicas que evidenciaram vulnerabilidades associadas à dependência produtiva externa.
Considerando esse cenário, assinale a alternativa que apresenta o conceito que designa a estratégia de retorno de atividades produtivas estratégicas ao território nacional, orientada pela redução de riscos geopolíticos, pelo fortalecimento da autonomia decisória e pela ampliação da soberania econômica, ainda que isso implique custos mais elevados e menor eficiência de curto prazo.