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Richard Nixon disse certa vez que para onde o Brasil fosse iria o resto da América Latina. Documentos recentemente revelados pelo Departamento de Estado norte-americano revelam que o presidente dos Estados Unidos não apenas acreditava na influência que o Brasil teria sobre seus vizinhos: Nixon contava com ela. O relatório feito pelo então secretário de Estado norte-americano, Henry Kissinger, mostra que a reunião ocorrida entre Nixon e Emílio Garrastazu Médici em 1971 foi marcada por tentativas de influenciar a política latino-americana. No entanto, o ponto alto do documento, tornado público em julho deste ano, é o acordo para uma possível derrubada de Salvador Allende da Presidência do Chile. O documento é a prova mais clara, até agora, da existência de um interesse real por parte do regime militar brasi leiro em patrocinar um golpe de Estado no Chile.
(www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania,29.08.2009. Adaptado)
O texto discorre sobre fato relacionado ao contexto
(www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania,29.08.2009. Adaptado)
O texto discorre sobre fato relacionado ao contexto
De Stettin, no Báltico, até Trieste, no Adriático, uma cortina de ferro foi baixada através do Continente Europeu. Atrás dela estão as capitais dos antigos Estados da Europa Central e Oriental. Varsóvia, Berlim, Praga, Viena, Budapeste, Belgrado, Bucareste e Sofia, todas essas famosas cidades e as populações à volta delas, estão na esfera soviética e sujeitas, de uma forma ou outra, não apenas à influência soviética, mas a um controle intenso e cada vez mais forte de Moscou.
(Discurso proferido pelo ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill, em 1946, nos Estados Unidos apud Adhemar Marques et alli. História do tempo presente. São Paulo: Contexto,2007)
Muitos historiadores consideram esse discurso um dos marcos deflagradores da
(Discurso proferido pelo ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill, em 1946, nos Estados Unidos apud Adhemar Marques et alli. História do tempo presente. São Paulo: Contexto,2007)
Muitos historiadores consideram esse discurso um dos marcos deflagradores da
Com o fim da Segunda Guerra Mundial, foram constituídas zonas de influência geopolítica caracterizadas pela hegemonia ostentada por duas superpotências econômicas e militares que emergiram do conflito: Estados Unidos e União Soviética. Sobre o período que se convencionou denominar como “Guerra Fria”, é correto afirmar:
As relações internacionais da segunda metade do século XX foram marcadas pela disputa de dois blocos econômicos e políticos com características distintas. Essa disputa ficou conhecida como Guerra Fria, e teve como principais atores políticos:
“Se compararmos os efeitos positivos do colapso da União Soviética e de seu sistema político aos seus efeitos negativos, eu diria que estes últimos são incomparavelmente maiores”. (HOBSBAWM, Eric. O novo século: entrevista a Antonio Polito. São Paulo: Cia das Letras,2000, p.84).
No ano de 2009, comemorou-se os 20 anos da Queda do Muro de Berlim, que abriu caminho para a desagregação e fim da União Soviética. Simbolicamente, para o mundo contemporâneo, a Queda do Muro de Berlim, significou:
No ano de 2009, comemorou-se os 20 anos da Queda do Muro de Berlim, que abriu caminho para a desagregação e fim da União Soviética. Simbolicamente, para o mundo contemporâneo, a Queda do Muro de Berlim, significou: