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A hipertensão arterial (HA) é um dos principais fatores de risco modificáveis para morbidade e mortalidade em todo o mundo, sendo um dos maiores fatores de risco para doença arterial coronária, acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência renal. A medida da pressão arterial (PA) é procedimento obrigatório em qualquer atendimento médico ou realizado por diferentes profissionais de saúde. Contudo, ainda é comumente realizada sem os cuidados técnicos necessários. Com base no assunto, julgue os itens a seguir e assinale a alternativa correta:

I. O esfigmomanômetro de mercúrio é considerado o dispositivo padrão de referência. Em muitos lugares, os manômetros aneroides substituíram os dispositivos de mercúrio, porém, são facilmente danificados e requerem recalibração frequente, ao menos a cada 12 meses, para garantir sua precisão.
II. A medida da PA com técnica auscultatória ainda é amplamente realizada em nosso meio com esfigmomanômetro aneroide e estetoscópio.
III. A medida da PA com aparelhos automáticos ou semiautomáticos, com técnica oscilométrica, apresenta vantagens em relação à técnica auscultatória, principalmente por afastar ou diminuir os erros sistemáticos de aproximação de valores, porém estes aparelhos devem ser validados por protocolos específicos.
IV. A avaliação da calibração dos equipamentos automáticos ou semiautomáticos deve ser realizada a cada 6 meses.
“Está amplamente estabelecida a relação causal, linear e contínua entre o aumento da Pressão Arterial (PA) e o risco de Doença Cardiovascular (DCV) em ambos os sexos, todas as idades e todos os grupos étnicos. A PA atua de forma sinérgica com outros Fatores de Risco (FR) para DCV, e seu efeito pró-aterogênico será tanto maior quanto maior o for o número e a intensidade desses fatores adicionais.” Considerando a idade na estratificação do risco cardiovascular do paciente hipertenso, assinale a afirmativa correta.
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As emergências hipertensivas se apresentam com importante elevação da pressão arterial, evidente dano agudo e progressivo vascular, e de órgãos-alvo, incluindo os quadros de complicações cardiovasculares como Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) e angina instável com dor. Nas situações de IAM, o Protocolo de Intervenção para o SAMU 192 (2016) recomenda o uso de oxigênio quando houver dispneia ou saturação inferior a
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O controle das doenças crônicas não transmissíveis envolve acompanhamento contínuo, educação em saúde e adesão terapêutica. No acompanhamento de pacientes com hipertensão arterial sistêmica, a equipe de enfermagem deve orientar sobre a redução da ingestão de sal, prática regular de exercícios e:

A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) acomete milhões de pessoas em todo o mundo, sendo importante o diagnóstico precoce e tratamento adequado das pessoas acometidas por essa doença. No entanto, alguns casos de HAS são mais difíceis de diagnosticar, como a Hipertensão do Avental Brando e a Hipertensão Mascarada, sendo importante empregar estratégias que permitam a verificação da pressão arterial (PA) em mais de um momento, podendo-se realizar, então, a medição residencial da PA (MRPA) e a monitorização ambulatorial da PA (MAPA). Acerca dessas técnicas, analise as afirmativas a seguir:

I. A MRPA é feita, preferencialmente, por manômetros digitais pela própria pessoa ou familiares. Recomendam-se três medidas pela manhã, antes do desjejum e da tomada de medicamento, e três à noite, antes do jantar, durante cinco dias, ou duas medidas em cada sessão durante sete dias.

II. A MAPA é feita por aparelhos validados que empregam o método oscilométrico. Afere a pressão por dezenas de vezes nas 24 horas, registrando o comportamento da pressão arterial durante o período do sono.

Assinale

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