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Homem, 63 anos de idade, realizou endoscopia digestiva alta devido a queixas dispépticas pós-prandiais. No exame, foi notada gastrite leve em antro e abaulamento subepitelial em pequena curvatura de corpo alto, medindo 1,7 cm. Na investigação, realizou ecoendoscopia que mostrou que a massa se originava na 4ª camada da parede gástrica e a punção com agulha fina revelou neoplasia fusocelular, com < 5 mitoses por 50 campos de alta potência. A imunohistoquímica mostrou os seguintes marcadores positivos: actina de músculo liso, DOG-1, CD117. O diagnóstico e a conduta são, respectivamente:
Homem, 57 anos de idade, com peso de 74 kg, passa em atendimento ambulatorial. Ele tem hipotireoidismo e faz uso de 225 µg/dia de levotiroxina. Descreve que há 8 meses tem episódios progressivos de dor abdominal. A dor é em cólica, difusa, de intensidade leve a moderada. Associa episódios de evacuações amolecidas. Nunca teve saída de sangue, muco ou pus. Nega tenesmo. Acredita que os episódios têm relação com a alimentação, mas não percebe refeições ou alimentos claramente relacionados. Ele é tabagista (24 anos-maço), etilista social ocasional. Nega sibilos, prurido nasal ou congestão nasal. Os sinais vitais e o exame clínico são normais. Traz consigo uma enterotomografia normal. 

• Exames laboratoriais: Hb: 10,1 g/dL VCM: 67 fL HCM: 30 pg Leucócitos: 6.750/mm3 Plaquetas: 490 mil/mm3

Uma biópsia tecidual do trato gastrointestinal deste paciente, mais provavelmente, identificaria a presença de 
Mulher, 38 anos de idade, com dor abdominal, metrorragia e perda ponderal há cerca de três meses. Durante a investigação, realizou ressonância de pelve com uma lesão expansiva no ovário direito. Coleta de antígeno CA 125 de 221,9 U/mL (ref.: < 35 U/mL) e antígeno carcinoembrionário CEA de 99,3 ng/mL (ref.: < 5 ng/mL). Submetida à videolaparoscopia diagnóstica com lesão oncológica em anexo direito e carcinomatose peritoneal, sem a possibilidade de ressecção total. Realizadas biópsias com o achado de adenocarcinoma com estudo imuno-histoquímico a seguir:

CK7: negativo CK20: positivo CDX2: positivo GATA3: negativo ER (receptor de estrogênio): negativo PR (receptor de progesterona): negativo HER2: negativo PAX8: negativo WT1: negativo

Neste caso, o exame com maior probabilidade de confirmar o sítio primário é: 
Mulher, 18 anos de idade, com rinite alérgica e sinusites de repetição desde a infância. Há um ano, diarreia com restos alimentares e perda ponderal, com piora após ingestão de massas e pão. 

• Exames laboratoriais: Hb: 12,5 g/dL Eosinófilos: 200/mm3 IgG: 1.200 mg/dL (ref.: 700 a 1.600 mg/dL) IgA: < 5 mg/dL (ref.:70 a 400 mg/dL) IgM: 325 mg/dL (ref.:40 a 230 mg/dL) IgE: 545 UI/mL (ref.: < 100 UI/mL) Parasitológicos de fezes (3): negativos

Em relação ao caso apresentado, o teste mais indicado para o início da investigação é:
Mulher, 35 anos de idade, previamente saudável, relata ganho de peso progressivo nos últimos 12 meses, associado à fraqueza muscular proximal, face arredondada, estrias violáceas abdominais e equimoses frequentes em membros inferiores e abdome. Refere também episódios de cefaleia leve e irritabilidade. Ao exame físico: IMC de 31 kg/m2; PA de 150×100 mmHg Obesidade centrípeta; Face em lua cheia; giba dorsal; Estrias violáceas largas no abdome; Equimoses espontâneas em abdome e membros inferiores. Qual exame é mais apropriado para iniciar a investigação da síndrome de Cushing nessa paciente?