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Homem, 62 anos de idade, tabagista de 20 anos-maço, não etilista, refere ter observado nódulo cervical um pouco abaixo da mandíbula há 3 meses. Ele nega febre, dor, sinais flogísticos, transfusões, viagem para outras regiões, emagrecimento. Ao exame físico, observa-se um nódulo de 3 cm no triângulo carotídeo direito, móvel, indolor e um pouco endurecido. A principal suspeita, nesse caso, deve ser
Mulher, 29 anos de idade, previamente hígida, refere que, há dois anos, começou a apresentar picos de HAS. A investigação de urina de 24 horas revelou elevação das catecolaminas (repetido e confirmado). Tomografia de abdome sem tumorações nas glândulas adrenais. Ressonância magnética de tórax mostrou lesão expansiva sólida, circunscrita, com realce heterogêneo pelo meio de contraste localizada no mediastino posterior paravertebral à esquerda (plano dos corpos vertebrais D6 a D11), medindo cerca de 10,0 x 5,4 x 5,0 cm, mantendo íntimo contato com o segmento descendente da aorta torácica, envolvendo cerca de 180° de sua circunferência, sem sinais de redução do calibre vascular. Ressonância magnética de coluna dorsal sem sinais de acometimento dos foramens vertebrais. Os exames de imagem podem ser observados nas imagens a seguir:


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Qual o principal diagnóstico do tumor observado?

Homem, 70 anos de idade, apresenta a lesão visualizada na imagem a seguir:



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O diagnóstico mais provável é de

Com base no caso apresentado, o diagnóstico provável é de carcinoma
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O diagnóstico patológico foi o de neoplasia benigna, sendo a mais comum encontrada nas glândulas salivares maiores. Em relação às glândulas salivares, é correto afirmar: