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Questões por página:
Sobre a etiologia da Paralisia Facial Periférica (PFP), analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A PFP pode decorrer de diferentes mecanismos etiológicos, incluindo causas infecciosas, traumáticas, neoplásicas, congênitas e inflamatórias, o que torna indispensável a investigação clínica para definição do diagnóstico.
( ) Embora a paralisia de Bell represente a causa mais frequente de paralisia facial periférica, seu diagnóstico é estabelecido após a exclusão de outras etiologias capazes de justificar o quadro clínico.
( ) A determinação da etiologia da PFP fornece informações relevantes para o prognóstico, enquanto o planejamento terapêutico é definido prioritariamente pela apresentação clínica e pela evolução funcional do paciente.
( ) A ocorrência de PFP bilateral apresenta comportamento etiológico semelhante ao da forma unilateral, não justificando investigação clínica diferenciada.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Uma doença de pele é causada por um pequeno parasita chamado ácaro. Ele abre pequenos túneis na pele e provoca muita coceira, principalmente à noite, além de feridas decorrentes da coceira. Essa doença é conhecida como:
Mulher de 28 anos, com diarreia sanguinolenta, tenesmo e dor abdominal. A colonoscopia revela inflamação contínua a partir do reto, sem áreas de mucosa normal. Os achados histopatológicos demonstram infiltrado inflamatório na lâmina própria, sem granulomas. A principal hipótese diagnóstica é:
Uma paciente de 37 anos procura atendimento por dor espontânea intensa no dente 36, exacerbada por bebidas frias e que persiste por aproximadamente dois minutos após a remoção do estímulo. O exame revela restauração extensa e profunda. Não há edema ou fístula. O teste ao frio desencadeia resposta intensa e persistente. A percussão vertical produz discreto desconforto. Radiograficamente, observa-se restauração próxima à câmara pulpar e discreto espessamento do espaço do ligamento periodontal, sem área radiolúcida periapical definida.
Considerando a integração entre história clínica, testes pulpares, exame periapical e achados radiográficos, é correto afirmar que:
Homem de 29 anos, sem história de doença hepática, apresenta episódios de dor epigástrica nos últimos meses. Relata uso recente de Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINH). Evoluiu com hematêmese e melena há poucas horas, mantendo estabilidade hemodinâmica após reposição inicial.

A causa mais provável do sangramento é: