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Chega no plantão da maternidade uma paciente com 21 semanas de gestação gemelar datada por ultrassonografia com 11 semanas. Não há descrição da corionicidade nessa ultrassonografia.

Ao exame físico, é encontrada uma medida de fundo uterino de 30 cm. Uma nova ultrassonografia evidencia o primeiro feto com polidramnia e com peso estimado no percentil 49. O segundo feto tem oligodramnia e peso estimado no percentil 2. Ambas as bexigas fetais foram visualizadas. O Doppler das artérias umbilicais e cerebrais médias está normal nos dois fetos. A medida do colo por via vaginal foi de 2,9 cm.

Diante dessa descrição é correto afirmar que
Uma jovem de 22 anos de idade nota que, há cerca de 1 mês, começaram a aparecer nódulos na sua região cervical, bilateralmente. Os nódulos são indolores, de consistência elástica, não estão aderidos a planos profundos, mas estão confluentes. Além dos nódulos, ela relata sudorese noturna esporádica, mas nega prurido e perda de peso. Ao exame físico, o médico achou que os nódulos são, na verdade, gânglios linfáticos.

Um exame complementar decisivo para o diagnóstico diferencial entre linfoma de Hodgkin ou linfoma não-Hodgkin e doenças infecciosas é a 
Uma paciente de 18 anos de idade relata que começou, uma semana antes, a apresentar palidez, manchas roxas no corpo, hemorragia gengival e epistaxe esporádica.
Seu hemograma mostra anemia normocítica e normocrômica, com hemoglobina de 8 g/dL, contagem de plaquetas de 8.000/µL, leucometria global de 2.200/ µL, com predomínio (58%) das células mostradas na imagem do esfregaço sanguíneo.

Imagem associada para resolução da questão

O coagulograma mostra um RNI/INR de 2,2, PTTa com relação paciente-controle de 1,85, dosagem de fibrinogênio de 62 mg/dL e D-dímero > 10.000 ng/mL.

O tratamento emergencial da diátese hemorrágica dessa paciente deve ser feito com  
Pré-escolar, com 3 anos, sexo feminino, dependente de oxigenioterapia desde um episódio de bronquiolite viral aguda aos sete meses, com internação por 20 dias em UTI. Após a alta, manteve sibilância persistente, necessitando de internação por mais três vezes por causa respiratória. Dosagem do cloro no suor: 28 mEq/L. Nasceu com 37 semanas, peso de nascimento de 2800 g.

Exame físico: peso = 12 kg, comprimento = 90 cm; FR = 36 IRPM, tiragem intercostal baixa, sibilos e estertores grossos difusos. Ecocardiograma: normal. TC de tórax: em ambos os pulmões, áreas de atenuação em mosaico alternando com áreas de parênquima normal, com espessamento das paredes brônquicas e bronquiectasias cilíndricas bilaterais. Nas imagens em expiração, observam-se áreas compatíveis com aprisionamento aéreo. Não são vistas consolidações parenquimatosas ou massas.

O diagnóstico mais provável é 
Recém-nascido, a termo, sexo masculino, apresenta quadro de íleo meconial. Anti-HIV materno – negativo. Os pais são primos. Recebe alta para acompanhamento com Pediatra. Realiza teste de triagem na Clínica da Família, mas a mãe comparece à consulta, aos 4 meses de vida do lactente, com o exame que mostra dosagem de IRT anormal, nas duas coletas, nos primeiros 30 dias. O acompanhamento pediátrico é irregular. Aos 18 meses, após 4 infecções respiratórias que demandaram internação, o lactente é encaminhado para investigação por baixo ganho ponderal e eliminação de fezes oleosas.

Com relação à principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que