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Pré-escolar, 4 anos, é atendida no ambulatório de pediatria em região com cocirculação de dengue, chikungunya e zika. Apresenta febre elevada (39,2 °C) há 3 dias, seguida por exantema maculopapular pruriginoso difuso, edema simétrico das articulações das mãos e tornozelos e artralgia. Nega sangramento, dor abdominal, vômitos ou cefaleia.

Ao exame: estado geral regular, exantema maculopapular difuso, edema articular simétrico nas articulações metacarpofalangianas e tornozelos bilateralmente, temperatura 38,4 °C, hemodinamicamente estável, fígado não palpável. Exames: plaquetas 185.000/mm³, hematócrito 36%, leucócitos 4.200/mm³, linfócitos 38%, aspartato aminotransferase 68 U/L. NS1 - antígeno não estrutural 1 do vírus da dengue - não reagente e IgM para chikungunya: reagente.

De acordo com quadro e diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil/ Organização Panamericana de Saúde vigentes para as arboviroses, a conduta adequada é
Menino, 18 meses, apresenta pneumonias e otites de repetição desde os 9 meses de vida e três episódios de giardíase. Além disso, foi internado com encefalite por enterovírus com 12 meses. Ao exame encontra-se emagrecido, com índice de massa corporal abaixo do z-score – 2. Não se visualiza as amígdalas em orofaringe. A dosagem sérica das imunoglobulinas (IgA, IgG, IgM e IgE) estão muito reduzidas. A IgG contra sarampo, tétano e hepatite B são negativas.

Considerando o quadro em questão, a hipótese diagnóstica mais provável é 
Menino, 18 meses, com diagnóstico de anemia falciforme (HbSS), é trazido à emergência com dor abdominal de início súbito e palidez importante, sem febre associada.

Ao exame, encontra-se hipocorado (3+/4+), taquicárdico e com baço palpável a 4 cm do rebordo costal esquerdo. Hemograma evidencia Hb: 3g/dL.

A hipótese diagnóstica mais provável nesse caso é
Paciente de 40 anos, sexo feminino, cuidadora infantil, natural da Bolívia, procura atendimento médico em serviço de emergência com história de crises epilépticas iniciadas há um mês. Inicialmente teve crise isolada, que passou em 10 minutos. Procurou atendimento médico em consultório particular com laudo de "crise epiléptica isolada não complicada", sem realização de exames adicionais. No entanto, hoje pela manhã voltou a apresentar uma crise.

Ao exame físico, a paciente encontra-se em bom estado geral, sem alterações no exame neurológico, salvo as alterações características de período pós-ictal. O médico opta por realizar tomografia de crânio, na qual são observadas cinco lesões císticas dispersas pelo parênquima, com discreto edema adjacente. As lesões medem entre 10 e 20 mm. Diante dos dados clínicoepidemiológicos e dos achados tomográficos, o tratamento específico para o diagnóstico presumido é instituído.

Quanto à fisiopatologia dessa doença, é correto afirmar que 
Um homem de 34 anos de idade, previamente hígido, procura atendimento médico ambulatorial referindo o surgimento de uma tumoração dolorosa na região inguinal direita há cerca de três semanas. Relata que, aproximadamente dez dias antes do início do quadro, sofreu uma arranhadura na face interna da coxa ipsilateral provocada por um gato filhote de rua que havia recolhido recentemente.

Ao exame físico, o paciente apresenta-se em bom estado geral, afebril, notando-se uma discreta pápula eritematosa cicatricial e indolor no terço médio da coxa direita. À palpação da região inguinal direita, identifica-se um linfonodo isolado de 3,5 cm de diâmetro, de consistência firme, móvel, doloroso à digitopressão, sem sinais de flutuação, supuração ou alterações flogísticas na pele subjacente.

Considerando a principal hipótese diagnóstica para a linfadenopatia regional descrita, a conduta terapêutica inicial mais adequada para este paciente é