Filtrar


Questões por página:
Paciente de 24 anos, sexo feminino, natural e residente do Rio de Janeiro, procura atendimento médico com queixa de lesão em hálux da mão direita com 20 dias de evolução. Relata que tudo começou com um pequeno nódulo avermelhado que evoluiu com formação de úlcera. Fez uso de cefalexina e amoxicilina-clavulanato orais, ambos por 7 dias, sem melhora, além de uso tópico de pomada de neomicina e bacitracina, também sem melhora. Adicionalmente, notou recentemente aparecimento de lesão similar em punho e antebraço. Nega viagens recentes, relata ser estudante de arquitetura e trabalhar em ONG para cuidado de animais abandonados.

Considerando a principal hipótese diagnóstica, o exame com melhor sensibilidade para seu diagnóstico é 
Paciente de 46 anos, sexo masculino, portador de retocolite ulcerativa extensa, é internado por colite aguda grave. Após sete dias de tratamento com corticosteroide intravenoso, mantém oito evacuações sanguinolentas ao dia, dor abdominal e proteína C reativa persistentemente elevada. A tomografia computadorizada de abdome demonstra espessamento difuso do cólon esquerdo, sem dilatação colônica, pneumoperitônio, coleções ou outros sinais de complicação.

Foi submetido à retossigmoidoscopia flexível, que evidencia ulcerações profundas e extensas no reto e sigmoide. Durante o exame, são obtidas múltiplas biópsias das áreas ulceradas.

O exame anatomopatológico demonstra células aumentadas de volume contendo inclusões intranucleares eosinofílicas circundadas por halo claro, além de ocasionais inclusões citoplasmáticas.

O diagnóstico mais provável é
Paciente de 17 anos, sexo masculino, procura o pronto-socorro com dor abdominal iniciada há 72 horas em região periumbilical, migrando posteriormente para a fossa ilíaca direita. Evoluiu com febre de 39,1 °C, náuseas, vômitos, anorexia e piora progressiva da dor. Ao exame físico apresenta dor à palpação da fossa ilíaca direita, defesa muscular localizada e dor à descompressão brusca. Os exames laboratoriais demonstram leucocitose de 19.800/mm³ com desvio à esquerda e proteína C-reativa de 28 mg/L.

A hipótese diagnóstica mais provável é 
Paciente de 45 anos, sexo masculino, procura atendimento com história de desconforto epigástrico há cerca de oito meses, associado à plenitude pós-prandial e episódios ocasionais de melena. Refere perda ponderal discreta de 3 Kg no período. Nega uso de anti-inflamatórios não esteroidais. Ao exame físico apresenta discreta palidez cutaneomucosa, sem massas abdominais palpáveis. Os exames laboratoriais demonstram anemia ferropriva leve. A endoscopia digestiva alta evidencia espessamento difuso de pregas no antro e corpo gástricos, associado a lesões ulceradas superficiais multifocais com aspecto infiltrativo de baixo relevo.

A hipótese diagnóstica mais provável é
Paciente de 56 anos, sexo masculino, procura atendimento com dor abdominal intensa de início súbito, localizada no epigástrio, irradiada para o dorso, associada a náuseas e vômitos persistentes há 12 horas. Relata episódios semelhantes de menor intensidade nos últimos meses, principalmente após refeições volumosas. Refere consumo frequente de bebidas alcoólicas aos fins de semanas, socialmente (1-2 latas de cerveja).

Ao exame físico, apresenta dor à palpação do andar superior do abdome, sem sinais de irritação peritoneal. Apresenta também obesidade central importante, com circunferência abdominal de 108 cm e membros superiores e inferiores proporcionalmente delgados. A ultrassonografia abdominal evidencia vesícula biliar sem cálculos, vias biliares de calibre habitual e ausência de dilatação do colédoco. Os exames laboratoriais mostram leucocitose discreta, lipase elevada e amilase sérica apenas discretamente elevada.

Considerando o quadro clínico, em relação à hipótese etiológica mais provável e ao exame complementar a ser solicitado prioritariamente para a confirmação da causa da pancreatite, assinale a afirmativa correta.