Filtrar


Questões por página:
Paciente de 58 anos, sexo masculino, foi submetido à hemicolectomia direita laparoscópica com anastomose primária (íleo-transversoanastomose). Evoluiu progressivamente com distensão abdominal, flatulência excessiva, diarreia aquosa crônica e perda ponderal de 6 kg. Os exames laboratoriais evidenciaram anemia macrocítica, com vitamina B12 reduzida. A colonoscopia de controle e a tomografia computadorizada de abdome não demonstraram sinais de recorrência neoplásica.

A hipótese diagnóstica mais provável para o quadro e o tratamento de primeira escolha são:
Paciente de 36 anos, sexo feminino, com antecedente de transtorno de ansiedade generalizada, refere pirose e dor retroesternal “em queimação” há cerca de três anos, com melhora parcial ao uso de inibidores da bomba de prótons. A endoscopia digestiva alta não evidenciou alterações. Foi submetida à pHmetria esofágica de 24 horas associada à impedanciometria, realizada sem uso de IBP, com os seguintes resultados:

· Tempo de exposição ácida: 2,8%.
· Número total de episódios de refluxo: 42.
· Índice de sintomas: 75%.
· Probabilidade de associação de sintomas: 99%.

O diagnóstico e a conduta mais adequados são:
Uma paciente de 26 anos de idade, sem antecedentes de infecção grave na infância, apresenta diagnóstico tomográfico de bronquiectasias cilíndricas bilaterais com predomínio nos lobos superiores. Relata episódios recorrentes de sinusite crônica e diarreia crônica com fezes gordurosas (esteatorreia) desde a adolescência.

Diante do padrão de distribuição das lesões pulmonares e dos sintomas extrapulmonares associados, o exame inicial padrão ouro indicado para confirmar a principal hipótese diagnóstica é
Paciente feminina, 45 anos, queixa se de episódios recorrentes de calafrios, febre, tosse seca e dispneia intensa que piora durante a semana de trabalho e melhoram nos períodos de férias. Relata que trabalha em escritório antigo com histórico de infiltrações e mofo nas paredes. TCAR de tórax solicitado identifica áreas de atenuação em mosaico na expiração e pequenos nódulos centrolobulares mal definidos. Broncoscopia com lavado broncoalveolar (LBA) realizada revela celularidade com 48% de linfócitos e relação CD4/CD8 de 0,6.

A hipótese diagnóstica e a conduta inicial mais eficaz são
Três pacientes foram encaminhados para avaliação de lesões primárias da parede torácica.

Caso 1: Mulher de 28 anos apresenta dor discreta e aumento de volume na parede torácica posterior. A tomografia computadorizada demonstra lesão expansiva intramedular envolvendo o arco posterior da sétima costela, com adelgaçamento da cortical, limites bem definidos e aspecto homogêneo em “vidro fosco”, sem reação periosteal ou invasão de partes moles.
Caso 2: Homem de 22 anos refere aumento progressivo de uma massa endurecida na parede torácica anterior desde a adolescência. A tomografia evidencia lesão exofítica pediculada originada da face externa da quarta costela, apresentando continuidade entre a cortical e a medular da lesão com o osso de origem, sem sinais de destruição cortical.
Caso 3: Adolescente de 17 anos apresenta dor progressiva e aumento de volume na parede torácica lateral. A tomografia revela lesão expansiva, insuflativa, multiloculada, predominantemente lítica, com adelgaçamento cortical e múltiplos níveis líquido-líquido em seu interior, sem evidências de metástases.

Com base nas características clínico-radiológicas apresentadas, os diagnósticos mais prováveis dos casos 1, 2 e 3 são, respectivamente,