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Reações alérgicas representam uma causa importante de complicações perioperatórias. O anestesiologista precisa ser capaz de reconhecer e tratar rapidamente a anafilaxia, a forma mais perigosa de reação alérgica. Apesar de ser um antígeno que vem sendo removido ao longo dos últimos anos, sendo substituído por diversos produtos com formulações químicas diferentes, ainda é utilizado comumente no Brasil, em diversas situações.
Crianças submetidas a múltiplos procedimentos, indivíduos com alergias alimentares específicas e profissionais de saúde são exemplos de grupos que reconhecidamente estão em maior risco de anafilaxia a 
A trompa uterina esquerda de paciente de 20 anos foi recebida para exame, sem informações clínicas declaradas no pedido de exame.
A peça cirúrgica media 6cm de comprimento e tinha diâmetro que variava entre 0,5 cm e 2 cm. Era recoberta por serosa lisa e brilhante com segmento de irregularidade e coloração vinhosa. Aos cortes, mostrava luz dilatada preenchida por material vinhoso e friável. O exame microscópico revelou abundantes hemácias extravasadas, ocasionais células trofoblásticas e vilosidades coriônicas exibindo pequenos vasos que continham hemácias nucleadas em seu interior. Na área irregular e vinhosa da serosa, além da hemorragia recente, havia proliferação mesotelial com atipias, formação de papilas e psamomas.
O melhor diagnóstico histopatológico para o quadro descrito é:
Paciente de 65 anos foi submetida à ressecção de lesão mal delimitada na região subescapular direita que, ao ultrassom, apresentava aspecto hipoecoico complexo. Os cortes histológicos revelaram lesão mal definida, hipocelular composta por estroma colagenizado com áreas edematosas, raros fibroblastos estrelados e alguns adipócitos de permeio, além de fibras alongadas com contornos irregulares, glóbulos de tamanhos variados ou cordões de contas densamente eosinofílicos na coloração pela Hematoxilina e Eosina e pretas na técnica de Verhoeff van Gieson.
Diante dos achados descritos, o diagnóstico histopatológico foi de
Recebida biópsia de estômago de paciente com diagnóstico e início do tratamento da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA) há poucos meses. A mucosa gástrica revelava proliferação de células fusiformes com atipia leve, que ocupavam o cório constituindo fascículos ou delimitando espaços em fenda que continham eritrócitos. Observavam-se ainda glóbulos hialinos.
Considerando o diagnóstico mais provável, seria desejável a realização de estudo imunohistoquímico utilizando o anticorpo anti 
O exame macroscópico é fundamental para suspeição e representação para demonstração do comprometimento de estruturas importantes para o estadiamento das neoplasias malignas como o carcinoma de células escamosas da laringe em produtos de laringectomia total independentemente da localização da lesão: supraglótica, glótica ou infraglótica.
É estrutura que deve ser avaliada com cuidado à macroscopia, cuja infiltração modifica o estadiamento patológico da neoplasia a(o)