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Paciente de feminina de 50 anos com cefaleia, palpitações, diaforese e lesão adrenal de 4 cm com hiperintensidade de sinal extremamente brilhante nas sequências ponderadas em T2 (sinal da lâmpada), foi submetida a ressecção cirúrgica da lesão. O exame microscópico demonstrou células semelhantes às células cromafins, com citoplasma basofílico granular e núcleo vesiculoso, por vezes atípico. As células descritas estavam dispostas em ninhos separados por capilares periféricos (padrão Zellballen). O estudo imuno-histoquímico revelou positividade das células tumorais para GATA3, TH, cromogranina A e sinaptofisina e das células sustentaculares para S100 e SOX10.
Diante dos achados descritos, o diagnóstico mais provável é 
Paciente de 13 anos com epilepsia parcial de difícil controle e cefaleia. A ressonância nuclear magnética revelou massa circunscrita localizada no córtex temporal cerebral, sem realce pelo meio de contraste e hiperintensa no FLAIR. A biópsia mostrou proliferação de células fusiformes bipolares com núcleo alongado e cromatina granular, dispostas radialmente ao redor de vasos em padrão tipo roseta. O estudo imunohistoquímico mostrou positividade para GFAP, EMA focal em ponto citoplasmático, OLIG2 negativo e Ki-67 positivo em menos de 1% das células.
Diante dos achados reportados, o diagnóstico mais adequado para o caso seria:
O exame citológico de punção aspirativa por agulha fina de lesão pancreática sólida no interior de ductos dilatados revelou células com citoplasma granular eosinofílico abundante, membrana citoplasmática bem definida, núcleo grande central com nucléolo excêntrico proeminente, constituindo lençóis ou papilas. Notavam-se ainda espaços intercelulares e pequena quantidade de mucina.
Diante desses achados, o diagnóstico mais provável é 
Paciente masculino de 55 anos com queixa de dor abdominal e suspeita de apendicite aguda é internado e submetido à laparotomia exploradora de urgência. O cirurgião observou apenas o apêndice aumentado de volume, realizou a apendicectomia e encaminhou para exame histopatológico.
O apêndice apresentava-se macroscopicamente aumentado de tamanho, dilatado, com sua parede adelgaçada. Microscopicamente, o órgão era revestido por epitélio com arquitetura vilosa ou filiforme, composto por células colunares com vacúolos de mucina altos e núcleo pequeno rechaçado. A proliferação epitelial apresentava crescimento expansivo, com mucina extracelular, fibrose e hialinização da parede. Não havia tecido linfoide evidente. De modo bastante focal, a mucina extracelular alcançava a serosa do órgão.
Os achados descritos sugerem o diagnóstico de
A esofagite eosinofílica é suspeita frequente em biópsias de esôfago e os achados microscópicos que a caracterizam estão bem estabelecidos.
Em um contexto clínico apropriado, é critério diagnóstico microscópico maior para esofagite eosinofílica: