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Paciente de 40 anos, com história de carcinoma mamário invasivo tipo não especial da mama esquerda, apresenta nódulo circunscrito de 2,0 cm na mama direita, BI-RADS 4 na mamografia. Optou-se por realizar biópsia excisional que revelou nódulo circunscrito, bocelado e esbranquiçado. O exame microscópico mostrou neoplasia constituída por tecido conjuntivo hipocelular contendo células fusiformes em meio ao qual eram vistas longas fendas revestidas por epitélio colunar circundado por camada de células mioepiteliais. Em dois dos fragmentos examinados notavam-se áreas nodulares com maior densidade de elementos glandulares distorcidos revestidos por duas camadas de células e circundados por estroma conjuntivo esclerótico.
O diagnóstico mais provável para o quadro descrito é:
No hospital universitário onde você trabalha tem um museu no qual são guardadas peças anatômicas de casos interessantes. Um aluno que saía de lá pediu que você o auxiliasse com uma das peças que, segundo ele, teria sido guardada na caixa errada.
Era um pâncreas que exibia, em sua superfície, áreas esbranquiçadas e arredondadas, circunscritos, de mais ou menos 0,5 cm, algumas com consistência pétrea, semelhantes a “pingos de vela”.
O quadro morfológico descrito sugere, como processo patológico básico, 
Paciente de 19 anos com linfonodomegalia cervical, febre, sudorese noturna e perda de peso há 1 ano. Foi realizada biópsia excisional de um linfonodo cervical à esquerda de 3,0 cm. A amostra foi encaminhada para o laboratório de anatomia patológica com a hipótese diagnóstica clínica única de linfoma. O exame macroscópico revelou nódulo encapsulado de tecido pardo e firme-elástico que aos cortes apresentava aspecto multinodular com áreas esbranquiçadas e friáveis. Microscopicamente a arquitetura do linfonodo estava alterada à custa de volumosos agregados confluentes de células epitelioides por vezes constituindo paliçada ao redor de áreas amorfas eosinofílicas grumosas frequentemente contendo restos celulares. Notavam-se também algumas células gigantes multinucleadas. Na periferia eram vistos linfócitos pequenos, com algumas células grandes de permeio.
O processo patológico básico e o diagnóstico que melhor se correlacionam com esse caso são, respectivamente,
Paciente de 60 anos foi submetida a histerectomia radical com salpingooforectomia bilateral após o diagnóstico, por biópsia, de carcinoma de células escamosas invasivo do colo uterino associado ao HPV. O residente de anatomia patológica realizou a macroscopia da peça cirúrgica e não reportou nenhuma alteração significativa. Foram representados: 1 fragmento da margem da parede vaginal, 1 fragmento do lábio anterior e 1 fragmento do lábio posterior do colo uterino, 1 fragmento do endométrio, 1 fragmento que incluía miométrio e serosa, 1 fragmento do ovário esquerdo, 1 fragmento do ovário direito, 3 fragmentos da trompa uterina esquerda e 3 fragmentos da trompa uterina direita.
Antes mesmo de ver o caso, você diz ao residente que será necessário separar a peça para reclivagem porque 
Paciente de 30 anos com atraso menstrual, sangramento vaginal e beta-HCG elevado, realizou ultrassonografia transvaginal, que revelou útero aumentado contendo massa hiperecogênica permeada por múltiplos pequenos cistos, sem evidência de embrião/feto. Foi realizada curetagem, que mostrou vilosidades polipoides ou bulbosas com estroma mixoide hipercelular, cariorrexis proeminente e hiperplasia trofoblástica importante. Não foram identificados tecidos fetais ou hemácias nucleadas. Estudo imunohistoquímico revelou p57 negativo no núcleo dos citotrofoblastos e das células estromais vilositárias.
Os achados descritos permitem o diagnóstico de