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Homem de 53 anos de idade, hipertenso, diabético e tabagista,
com carga tabágica de 30 maços/ano, dá entrada no setor de
Emergência devido a dor retroesternal em aperto iniciada
durante episódio de intenso estresse emocional. Na admissão,
apresenta pressão arterial de 200 × 90 mmHg e glicemia capilar
de 460 mg/dL.
Após o controle pressórico e metabólico, ocorre resolução da dor, sem recorrência durante o período de observação em unidade monitorizada. O paciente permanece hemodinamicamente estável.
Os eletrocardiogramas seriados não demonstram alterações isquêmicas dinâmicas do segmento ST ou da onda T. A dosagem seriada de troponina I ultrassensível revela valores de 37,0 > 45,5 > 55,4 ng/L, para um limite superior de referência correspondente ao percentil 99 de 19 ng/L. O ecocardiograma transtorácico demonstra fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada e ausência de nova alteração segmentar da contratilidade.
Considerando a Quarta Definição Universal do Infarto do Miocárdio e a necessidade de integrar a cinética da troponina ao contexto clínico e ao provável mecanismo fisiopatológico, assinale a opção correta.
Após o controle pressórico e metabólico, ocorre resolução da dor, sem recorrência durante o período de observação em unidade monitorizada. O paciente permanece hemodinamicamente estável.
Os eletrocardiogramas seriados não demonstram alterações isquêmicas dinâmicas do segmento ST ou da onda T. A dosagem seriada de troponina I ultrassensível revela valores de 37,0 > 45,5 > 55,4 ng/L, para um limite superior de referência correspondente ao percentil 99 de 19 ng/L. O ecocardiograma transtorácico demonstra fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada e ausência de nova alteração segmentar da contratilidade.
Considerando a Quarta Definição Universal do Infarto do Miocárdio e a necessidade de integrar a cinética da troponina ao contexto clínico e ao provável mecanismo fisiopatológico, assinale a opção correta.
Homem de 27 anos procura atendimento urológico após
perceber aumento progressivo do volume testicular direito há
aproximadamente dois meses. Relata crescimento gradual da
lesão e endurecimento local.
Nega: dor testicular; febre; trauma escrotal; disúria; hematúria; perda ponderal.
Exame Físico: PA: 120/76 mmHg; FC: 72 bpm; Temperatura: 36,5°C
Exame genital: massa endurecida intratesticular direita; lesão não dolorosa; testículo esquerdo normal.
Ultrassonografia Escrotal: lesão sólida intratesticular direita de 2,8 cm; hipoecoica; hipervascularizada ao Doppler.
Marcadores Tumorais: AFP: normal; ?-HCG: discretamente elevado; LDH: elevado.
Tomografia de tórax, abdome e pelve: ausência de metástases; ausência de linfonodomegalias retroperitoneais.
A melhor conduta inicial é
Nega: dor testicular; febre; trauma escrotal; disúria; hematúria; perda ponderal.
Exame Físico: PA: 120/76 mmHg; FC: 72 bpm; Temperatura: 36,5°C
Exame genital: massa endurecida intratesticular direita; lesão não dolorosa; testículo esquerdo normal.
Ultrassonografia Escrotal: lesão sólida intratesticular direita de 2,8 cm; hipoecoica; hipervascularizada ao Doppler.
Marcadores Tumorais: AFP: normal; ?-HCG: discretamente elevado; LDH: elevado.
Tomografia de tórax, abdome e pelve: ausência de metástases; ausência de linfonodomegalias retroperitoneais.
A melhor conduta inicial é
Homem de 54 anos, transplantado renal há quatro anos por
nefropatia diabética, apresenta piora progressiva da função renal
nos últimos oito meses.
Antecedentes: diabetes Mellitus tipo 2; hipertensão arterial sistêmica; transplante renal há 4 anos.
Imunossupressão: tacrolimo; micofenolato mofetil; prednisona.
Exame físico: PA: 152/94 mmHg; FC: 82 bpm; Temperatura: 36,6 °C.
Exames laboratoriais: creatinina basal: 1,4 mg/dL; creatinina atual: 2,8 mg/dL; ureia: 78 mg/dL
EAS: sem piuria; sem bacteriúria.
Ultrassonografia Doppler: sem hidronefrose; fluxo arterial preservado.
Biópsia do enxerto: fibrose intersticial extensa; atrofia tubular; vasculopatia crônica do enxerto.
O diagnóstico mais provável é
Antecedentes: diabetes Mellitus tipo 2; hipertensão arterial sistêmica; transplante renal há 4 anos.
Imunossupressão: tacrolimo; micofenolato mofetil; prednisona.
Exame físico: PA: 152/94 mmHg; FC: 82 bpm; Temperatura: 36,6 °C.
Exames laboratoriais: creatinina basal: 1,4 mg/dL; creatinina atual: 2,8 mg/dL; ureia: 78 mg/dL
EAS: sem piuria; sem bacteriúria.
Ultrassonografia Doppler: sem hidronefrose; fluxo arterial preservado.
Biópsia do enxerto: fibrose intersticial extensa; atrofia tubular; vasculopatia crônica do enxerto.
O diagnóstico mais provável é
Paciente do sexo masculino, de 40 anos, apresenta cálculose de
repetição (cálculo de oxalato de cálcio). Na tomografia
computadorizada, observa-se , presença de dilatações císticas
nos rins, com acúmulo de contraste radiológico, resultando em
um aspecto de "escova" nos cálices em combinação com
nefrocalcinose ou nefrolitíase. A causa provável da litíase de
repetição
Paciente do sexo feminino, de 26 anos, procura atendimento com
quadro de hipertensão arterial moderada a grave, diagnosticada
há 2 anos, com episódios eventuais de emergência hipertensiva.
A paciente trouxe alguns exames, já realizados, de avaliação de função renal, que estava normal e de dosagem de eletrólitos, no qual apenas o potássio estava um pouco abaixo do limite mínimo dos valores normais. A ultrassonografia de abdome total, complementada com a ressonância magnética de abdome e pelve, demonstrou rim direito menor sem causa aparente, sendo questionada a possibilidade de anomalia urológica. A impressão diagnóstica inicial é de
A paciente trouxe alguns exames, já realizados, de avaliação de função renal, que estava normal e de dosagem de eletrólitos, no qual apenas o potássio estava um pouco abaixo do limite mínimo dos valores normais. A ultrassonografia de abdome total, complementada com a ressonância magnética de abdome e pelve, demonstrou rim direito menor sem causa aparente, sendo questionada a possibilidade de anomalia urológica. A impressão diagnóstica inicial é de