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Menino de 8 anos apresenta massa cervical mediana móvel à deglutição e à protrusão da língua.

O diagnóstico mais provável é 
Escolar, 9 anos, sexo feminino, é trazida à Clínica da Família por apresentar febre há 20 dias. O médico pergunta sobre outros sinais e sintomas. A mãe refere estranhar que, no momento da febre, a pele fica toda avermelhada e a filha fica muito prostrada, melhorando logo a seguir.

Ao exame: emagrecida, com dor, vermelhidão e aumento das articulações de ambos os joelhos e tornozelos. É notada a presença de linfadenomegalia e esplenomegalia. O fator antinuclear é negativo.

Avaliando-se essas informações, a principal hipótese diagnóstica é 
Adolescente, 15 anos, previamente hígido, residente em área endêmica de esquistossomose, é internado por suspeita de Doença de Wilson (DW). Ele apresenta aumento progressivo do volume abdominal há quatro meses, perda ponderal discreta e fadiga.

Ao exame: orientado, consciente, ascite volumosa, circulação colateral discreta, baço a 5 cm do rebordo costal esquerdo. Pressão arterial normal. Laboratório: Hemoglobina 12,4 g/dL; Plaquetas: 82.000/mm³; aspartato aminotransferase (AST) 76 U/L; alanina aminotransferase (ALT) 62 U/L; gama glutamiltransferase (GGT) 38 U/L; Bilirrubina total 1,5 mg/dL; Albumina 3,1 g/dL; INR 1,4. Paracentese - amostra: gradiente soro-ascite de albumina (SAAG) 1,7 g/dL; proteína no líquido ascítico 2,8 g/dL.

Ultrassonografia abdominal com doppler: hipertensão portal; esplenomegalia; fluxo portal preservado; fígado discretamente heterogêneo, sem sinais típicos de cirrose.

Para diferenciar DW da esquistossomose hepatoesplênica, assinale a afirmativa com melhor correlação entre os dados do caso, hipótese e eventual conduta. 
A adenomegalia é uma queixa importante na pediatria, afetando até 45% das crianças previamente hígidas. Apesar de 2/3 das causas serem benignas, existem critérios para indicação de biópsia, padrão-ouro para o diagnóstico diferencial.

As indicações imediatas da biópsia de linfonodo incluem
Pneumologista solicita tomografia computadorizada de alta resolução do tórax para uma paciente de 21 anos com dispneia progressiva, tosse e episódios de hemoptise há uma semana. O exame demonstra opacidades em vidro fosco e consolidações alveolares bilaterais e difusas. Os exames laboratoriais iniciais evidenciam anemia, elevação da creatinina, hematúria e proteinúria. Durante a internação, observa-se piora progressiva da função renal, o que motiva a realização de biópsia renal, que demonstra glomerulonefrite crescêntica com depósitos lineares de IgG ao longo da membrana basal glomerular na imunofluorescência.

Considerando o conjunto dos achados clínicos, laboratoriais, tomográficos e histopatológicos, assinale o diagnóstico mais provável.