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O exame citológico de punção aspirativa por agulha fina de lesão pancreática sólida no interior de ductos dilatados revelou células com citoplasma granular eosinofílico abundante, membrana citoplasmática bem definida, núcleo grande central com nucléolo excêntrico proeminente, constituindo lençóis ou papilas. Notavam-se ainda espaços intercelulares e pequena quantidade de mucina.
Diante desses achados, o diagnóstico mais provável é
Paciente masculino de 55 anos com queixa de dor abdominal e
suspeita de apendicite aguda é internado e submetido à
laparotomia exploradora de urgência. O cirurgião observou
apenas o apêndice aumentado de volume, realizou a
apendicectomia e encaminhou para exame histopatológico.
O apêndice apresentava-se macroscopicamente aumentado de tamanho, dilatado, com sua parede adelgaçada. Microscopicamente, o órgão era revestido por epitélio com arquitetura vilosa ou filiforme, composto por células colunares com vacúolos de mucina altos e núcleo pequeno rechaçado. A proliferação epitelial apresentava crescimento expansivo, com mucina extracelular, fibrose e hialinização da parede. Não havia tecido linfoide evidente. De modo bastante focal, a mucina extracelular alcançava a serosa do órgão.
Os achados descritos sugerem o diagnóstico de
O apêndice apresentava-se macroscopicamente aumentado de tamanho, dilatado, com sua parede adelgaçada. Microscopicamente, o órgão era revestido por epitélio com arquitetura vilosa ou filiforme, composto por células colunares com vacúolos de mucina altos e núcleo pequeno rechaçado. A proliferação epitelial apresentava crescimento expansivo, com mucina extracelular, fibrose e hialinização da parede. Não havia tecido linfoide evidente. De modo bastante focal, a mucina extracelular alcançava a serosa do órgão.
Os achados descritos sugerem o diagnóstico de
Paciente masculino com 50 anos história de síndrome
disabsortiva, perda de peso, diarreia e dor abdominal, internou
para investigação diagnóstica. Durante a internação foi realizado
exame de imagem que evidenciou linfonodomegalia mesentérica
e espessamento das pregas da mucosa do intestino delgado. As
biópsias da mucosa duodenal evidenciaram infiltrado difuso de
macrófagos espumosos que ocupavam a lâmina própria e
distendiam as vilosidades, ao lado de vacúolos lipídicos e
infiltrado inflamatório mononuclear, com a formação de
granulomas epitelioides. Os enterócitos exibiam vacuolização
citoplasmática.
Para confirmar a sua principal hipótese diagnóstica, por meio da visualização de positividade granular no citoplasma dos macrófagos descritos, estaria indicada a realização da coloração especial por
Para confirmar a sua principal hipótese diagnóstica, por meio da visualização de positividade granular no citoplasma dos macrófagos descritos, estaria indicada a realização da coloração especial por
Conhecer a classificação macroscópica das neoplasias gástricas é
importante para compreender a descrição endoscópica das
lesões, bem como para aplicar na descrição das peças cirúrgicas
provenientes de gastrectomias por adenocarcinomas gástricos.
A classificação de Paris é utilizada para a descrição macroscópica dos adenocarcinomas precoces do estômago.
Durante o exame macroscópico de um estômago você notou na mucosa uma área de 1,5 cm, coloração parda, plana deprimida com ulceração central de 0,5 cm.
Segundo a classificação mencionada, a lesão descrita poderia ser designada como
A classificação de Paris é utilizada para a descrição macroscópica dos adenocarcinomas precoces do estômago.
Durante o exame macroscópico de um estômago você notou na mucosa uma área de 1,5 cm, coloração parda, plana deprimida com ulceração central de 0,5 cm.
Segundo a classificação mencionada, a lesão descrita poderia ser designada como
A esofagite eosinofílica é suspeita frequente em biópsias de
esôfago e os achados microscópicos que a caracterizam estão
bem estabelecidos.
Em um contexto clínico apropriado, é critério diagnóstico microscópico maior para esofagite eosinofílica:
Em um contexto clínico apropriado, é critério diagnóstico microscópico maior para esofagite eosinofílica: