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Paciente de 45 anos com menometrorragia há 6 meses fez ultrassonografia de abdome que revelou cavidade endometrial irregular e endométrio espesso. A biópsia revelou neoplasia maligna epitelial com diferenciação endometrioide, composta por células colunares com pseudoestratificação nuclear e citoplasma eosinofílico, atipia citológica leve, arquitetura glandular em cerca de 30% da amostra, 60% de áreas sólidas de diferenciação escamosa e 10% de áreas sólidas sem diferenciação escamosa.
Segundo o sistema de graduação da FIGO (Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia) em 3 graus, é correto afirmar que o carcinoma endometrioide descrito é 
Paciente de 60 anos foi submetida a histerectomia radical com salpingooforectomia bilateral após o diagnóstico, por biópsia, de carcinoma de células escamosas invasivo do colo uterino associado ao HPV. O residente de anatomia patológica realizou a macroscopia da peça cirúrgica e não reportou nenhuma alteração significativa. Foram representados: 1 fragmento da margem da parede vaginal, 1 fragmento do lábio anterior e 1 fragmento do lábio posterior do colo uterino, 1 fragmento do endométrio, 1 fragmento que incluía miométrio e serosa, 1 fragmento do ovário esquerdo, 1 fragmento do ovário direito, 3 fragmentos da trompa uterina esquerda e 3 fragmentos da trompa uterina direita.
Antes mesmo de ver o caso, você diz ao residente que será necessário separar a peça para reclivagem porque
Paciente de 30 anos com atraso menstrual, sangramento vaginal e beta-HCG elevado, realizou ultrassonografia transvaginal, que revelou útero aumentado contendo massa hiperecogênica permeada por múltiplos pequenos cistos, sem evidência de embrião/feto. Foi realizada curetagem, que mostrou vilosidades polipoides ou bulbosas com estroma mixoide hipercelular, cariorrexis proeminente e hiperplasia trofoblástica importante. Não foram identificados tecidos fetais ou hemácias nucleadas. Estudo imunohistoquímico revelou p57 negativo no núcleo dos citotrofoblastos e das células estromais vilositárias.
Os achados descritos permitem o diagnóstico de 
Uma dermatologia telefona para discutir um caso referindo ter recebido um laudo inconclusivo. Tratava-se de uma biópsia de pele que representava até a derme reticular alta, cuja hipótese diagnóstica era líquen estriado. A conclusão do laudo histopatológico foi padrão liquenoide focal de resposta tecidual.
Diante do exposto, você explicaria que a hipótese diagnóstica de líquen estriado 
Um colega pediu sua opinião em uma revisão de lâminas de um gânglio linfático que teria recebido um laudo de linfadenite crônica granulomatosa. Tratava-se de paciente com 20 anos de idade, história de febre, sudorese noturna, perda de peso e linfonodomegalia cervical e supraclavicular esquerdas há 8 meses. O exame microscópico do linfonodo excisado revelava obscurecimento da arquitetura normal notando-se numerosos linfócitos pequenos, plasmócitos, eosinófilos e histiócitos abundantes que por vezes exibiam morfologia epitelioide e constituíam granulomas. De permeio, eram vistam ocasionais células grandes, binucleadas ou multinucleadas com núcleo volumoso e nucléolo eosinofílico central. O estudo imunohistoquímico solicitado pelo colega revelou CD68 positivo nos histiócitos; CD3 e CD20 negativos nas células grandes e positivos nos linfócitos pequenos do fundo; CD15, CD30, PAX5 e EBV positivos nas células grandes.
Diante do quadro clínico reportado e dos achados observados, você diria ao seu colega que o diagnóstico mais provável é de