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Mulher de 38 anos apresenta síndrome nefrótica, proteinúria de
8 g/dia, albumina 2,0 g/dL e função renal preservada. Anticorpo
anti-PLA2R é fortemente positivo. Não há diabetes, lúpus,
hepatites, neoplasia conhecida ou uso de fármacos associados.
A seguinte interpretação é mais apropriada:
A seguinte interpretação é mais apropriada:
Paciente de 30 anos, vítima de acidente de moto, apresenta
fratura do esterno e costelas bilaterais anteriormente. Ele
desenvolve arritmias cardíacas frequentes, mas está
hemodinamicamente estável. O eletrocardiograma mostra
alterações inespecíficas.
A suspeita clínica principal, além das fraturas, é de
Seu paciente é um homem de 23 anos, que procurou
atendimento especializado por episódios recorrentes de
sangramento retal de pequeno volume há aproximadamente um
ano. Refere alteração do hábito intestinal, com períodos
alternados de diarreia e evacuações normais. Nega dor
abdominal intensa, mas relata fadiga progressiva. Informa que
seu pai faleceu aos 38 anos por câncer colorretal e que um tio
paterno foi submetido a cirurgia intestinal extensa ainda jovem.
Ao exame físico: Estado geral bom; Frequência cardíaca: 88 bpm;
Pressão arterial: 118/72 mmHg; Abdome flácido e indolor; Sem
massas palpáveis; Toque retal sem lesões palpáveis; Sem sinais
de irritação peritoneal.
Exames laboratoriais: Hemoglobina: 10,8 g/dL; Ferritina reduzida;
Função hepática normal; CEA normal.
Uma colonoscopia mostra mais de 400 pólipos adenomatosos
distribuídos por todo o cólon e reto. A endoscopia digestiva alta
evidencia
múltiplos adenomas duodenais pequenos. A
tomografia de abdome não demonstra metástases ou lesões
invasivas.
Considerando os conhecimentos atuais, a melhor interpretação
diagnóstica, propedêutica complementar e de tratamento para o
caso, é
Na sua enfermaria está um homem de 47 anos, trabalhador rural,
residente em região de criação de ovinos e cães. Ele procura
atendimento por desconforto progressivo em hipocôndrio direito
há aproximadamente 8 meses. Refere sensação de peso
abdominal, plenitude pós-prandial e fadiga inespecífica. Nega
febre, icterícia ou perda ponderal importante.
Relata contato frequente com cães de pastoreio e participação
habitual em atividades pecuárias. Nega hepatopatias prévias.
Ao exame físico: Estado geral preservado; Afebril; Pressão
arterial: 126/78 mmHg; Frequência cardíaca: 76 bpm; Abdome
flácido; Fígado palpável a 3 cm do rebordo costal direito; Discreta
dor à palpação profunda do hipocôndrio direito; Ausência de
sinais de irritação peritoneal.
Exames laboratoriais: Hemoglobina: 13,8 g/dL; Leucócitos:
8.200/mm³;
Eosinofilia
discreta;
Bilirrubinas
normais;
Transaminases normais.
Uma ultrassonografia evidencia lesão cística hepática de 11 cm
localizada nos segmentos V e VI, contendo múltiplas vesículas
internas e membranas destacadas. Não há dilatação das vias
biliares.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, a melhor
sequência de propedêutica diagnóstica e tratamento, será
Sua equipe cirúrgica discute a conduta a ser instituída para um
paciente de 61 anos que apresenta fadiga progressiva, plenitude
pós-prandial
e desconforto epigástrico inespecífico há
aproximadamente seis meses. Relata episódios intermitentes de
melena nas últimas semanas e perda ponderal de 7 kg nos
últimos seis meses. Nega vômitos, disfagia ou alteração do hábito
intestinal.
Ao exame físico, está em bom estado geral, porém discretamente
emagrecido. Apresenta mucosas hipocoradas (++/4+). O abdome
é plano, flácido, indolor à palpação superficial, mas palpa-se
massa pouco móvel e mal delimitada no epigástrio. Não há sinais
de irritação peritoneal e não se observa linfonodomegalias.
O hemograma mostra hemoglobina de 8,7 g/dL, compatível com
anemia ferropriva. Uma endoscopia digestiva alta evidencia
abaulamento subepitelial na parede posterior do corpo gástrico,
medindo aproximadamente 8 cm, com área central ulcerada. A
ecoendoscopia demonstra lesão originada da muscular própria. A
tomografia computadorizada de abdome evidencia massa
gástrica exofítica de 8,5 cm, sem invasão de órgãos adjacentes e
sem metástases hepáticas ou peritoneais.
Foi realizada biópsia guiada por ecoendoscopia, cujo resultado da
imuno-histoquímica revela: CD117 (KIT): positivo; DOG1: positivo
e CD34: positivo.
Diante desse quadro clínico a conduta mais apropriada será