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Leia a carta do rei de Portugal de 21 de dezembro de 1686, ao então governador do Maranhão:
“Vos valereis ao mesmo tempo dos Missionários Capuchos de Santo Antônio, que têm as Missões do Cabo do Norte, e dos Padres da Companhia de Jesus, que forem mais a propósito a este fim, avisando-os da minha parte do que devem fazer, para se conservar sem desconfiança a sujeição dos índios das Aldeias, e se tratar e ajustar com segurança e paz e amizade do Gentio que não estiver domesticado. Com o cuidado destes Missionários podereis conseguir que os Missionários franceses não adquiram a prática dos Aruazes [Aruã], e que os Índios não busquem a comunicação alheia, esquecidos da própria e natural do meu domínio”.
(Adaptado de ANDRADE E SILVA, José Justino de. Collecção Cronologica da Legislação Portugueza.1683-1700. Lisboa: Imprensa Nacional,1859.)
Com base no texto, analise as afirmativas a seguir.
I. A carta relata a disputa pelo controle dos súditos e das terras do Cabo Norte entre as ordens religiosas vinculadas diretamente ao papado e os representantes político-militares do império português.
II. A carta manifesta o desejo de impedir que missionários franceses catequizassem os Aruã, uma vez que a adoção do calvinismo pelos ameríndios aumentaria sua hostilidade histórica em relação aos portugueses.
III. A carta se refere à presença “estrangeira” como ameaça ao domínio político, econômico e religioso dos portugueses, que buscavam manter os índios em aldeamentos e estabelecer alianças com os não catequizados.
Está correto o que se afirma em
Acerca da história do Maranhão no período republicano, julgue o próximo item.
José Maria dos Reis Perdigão e Tarquínio Lopes Filho foram grandes lideranças dos tarquinistas — grupo maranhense que apoiou o tenentismo e a Revolução de 1930.O não cumprimento desse acordo
Com relação às raízes históricas da violência no campo no Estado do Maranhão, analise as afirmativas a seguir.
I. No início da década de 1970, com o intuito de estimular a ocupação da região, o governo do Maranhão criou a Companhia Maranhense de Colonização (COMARCO), concedendo incentivos fiscais a grandes grupos empresariais, para a aquisição de vastas extensões territoriais a preços simbólicos, o que intensificou os conflitos de terra e a violência no campo.
II. Para viabilizar a implantação do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), o governo maranhense assinou, a favor da União, o decreto de desapropriação de terras ocupadas por comunidades quilombolas, gerando conflitos fundiários que continuam, ainda hoje, em disputa judicial.
III. Com o avanço do agronegócio na primeira década do século XXI, criou-se uma nova fronteira agrícola na região de MAPITOBA (parte do Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia), o que valorizou a terra e aumentou os conflitos com os posseiros tradicionais.
Assinale:
Sobre o extrativismo do babaçu no Maranhão, assinale a afirmativa correta.