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A habilidade EF69AR01 da BNCC está descrita do seguinte modo: “Pesquisar, apreciar e analisar formas distintas das artes visuais tradicionais e contemporâneas, em obras de artistas brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas e em diferentes matrizes estéticas e culturais, de modo a ampliar a experiência com diferentes contextos e práticas artístico-visuais e cultivar a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético".
Com relação a essa habilidade, o currículo do Piauí inclui, entre os objetos de conhecimento,
Presente na 36ª edição da Bienal de São Paulo, Olu Oguibe é reconhecido internacionalmente por uma produção que articula arte, crítica social e ativismo político. Sua proposta para a 36ª Bienal de São Paulo inclui um monumento apresentado em três cidades brasileiras, com uma mensagem multilíngue que denuncia violências históricas e contemporâneas contra povos indígenas. Com base no excerto apresentado e em pesquisas complementares sobre sua obra, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. O monumento concebido por Oguibe utiliza uma pergunta provocativa em três idiomas, estratégia que amplia o alcance discursivo e ressalta a dimensão global das injustiças enfrentadas pelas populações indígenas.
II. A obra busca apenas registrar eventos históricos passados, sem abordar conflitos atuais relacionados à mineração, desmatamento ou repressão a ativistas indígenas.
III. O projeto mobiliza o espaço urbano para tornar visível, em larga escala, a crítica às invasões de terras indígenas e às estruturas de poder que sustentam essas violências.
IV. A presença do monumento em diferentes cidades brasileiras reforça a circulação de uma narrativa única, desvinculada de dinâmicas locais e de lutas territoriais específicas.  
Na contemporaneidade há intensos debates acerca da “decolonização” da arte brasileira. Em tal processo e debates há a preconização e valorização da cultura ancestral e dos movimentos artísticos genuinamente brasileiros e que enaltecem as raízes e matrizes culturais que fundaram a cultura brasileira e que foram historicamente preteridos em relação à cultura europeia e americana. Assinale a alternativa abaixo que NÃO está alinhada com a perspectiva da arte decolonial.
“A arte contemporânea é um caminho, uma possibilidade, uma flecha que nos atravessa e pode nos mobilizar. Em um trabalho docente, podemos trabalhar a dimensão ambiental não apenas através do filtro da tragédia, mas também pela sua dimensão ancestral e estética. A Ancestralidade que pode ser percebida e vivenciada através de uma consciência estética que se faz através da arte contemporânea, na criação de um novo olhar em relação a nós mesmos e com o meio onde vivemos. A arte contemporânea e suas multilinguagens nos convidam a diversas experiências que nos atravessam” (Site ARTEVERSA/ Ideias para adiar o fim do mundo). A cosmovisão dos povos originários brasileiros está presente na produção artística de artistas indígenas contemporâneos e que dialogam com a ancestralidade e a contemporaneidade. Assinale abaixo a alternativa que contém um representante da arte indígena contemporânea brasileira: 
O conceito de estética é histórico e situado socialmente. Etimologicamente o termo estética vem do termo grego aisthetiké, que significa “aquele que nota, que percebe”. Estética foi conceituada como a filosofia da arte, ou estudo do que é belo nas manifestações artísticas e tal filosofia do belo indica a teoria do conhecimento sensível (estesiologia). Conceituar estética não é tarefa fácil. Deve ser estudada dentro de uma complexidade e redes de significados atrelados às mudanças socioculturais e históricas. Peguemos como exemplo a representação da figura feminina, como a representação da mulher que se modifica ao longo da nossa história com mudanças em tempos e espaços. Assinale abaixo a alternativa que tem somente representações femininas ao longo da História da Arte.