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Rossi (2005) discorre que “dentre as características atribuídas ao enfoque modernista na apreciação estética em artes visuais, explicitadas por Efland, Freedman e Stuhr (2003), a limitação à descrição dos elementos formais da obra, durante a apreciação estética é a que mais aparece nos materiais de apoio disponíveis aos professores. Há uma tendência em enfatizar a leitura formal de obras e imagens, pressupondo que a percepção de linhas, formas, cores, texturas, valor, equilíbrio, é a responsável pela compreensão estética” (p. 50). Segundo a autora, no entanto, essa tendência desconsidera 
Durante um ciclo formativo interdisciplinar no ensino médio, professores de arte, geografia e língua portuguesa propõem um projeto para articular paisagem, identidade e pertencimento por meio da criação de vídeos experimentais. Os estudantes devem expressar suas relações com o espaço onde vivem e as narrativas visuais que constroem suas experiências subjetivas. Para isso, serão apresentados artistas cujas produções dialogam com a videoarte e exploram questões sociais, urbanas e afetivas, cruzando realidade e ficção, documento e performance, imagem e memória. Nesse caso, qual dos seguintes grupos de artistas melhor fundamenta as referências para esse projeto?
Iberê Camargo (1914-1994) integrou a geração de artistas brasileiros cuja produção, ao longo do século XX, transitou por diferentes fases e procedimentos técnicos, resultando em um conjunto pictórico de relevância para a compreensão da arte moderna e contemporânea no Brasil. Sua obra estabelece diálogos com tendências internacionais e referências nacionais, articulando aspectos formais e poéticos em múltiplos momentos de sua trajetória. Considerando os elementos recorrentes e documentados na produção artística de Iberê Camargo, assinale a alternativa que apresenta características presentes em sua obra. 
Jaider Esbell (1979-2021), artista, curador e intelectual do povo Macuxi, articulou criação, curadoria e ativismo na defesa das epistemologias indígenas como fundamento para práticas estéticas, políticas e pedagógicas contemporâneas. Sua produção estabeleceu diálogo crítico com instituições e discursos da arte, desafiando visões hegemônicas e propondo novas formas de circulação e reconhecimento da produção indígena no Brasil. Com base na trajetória e pensamento de Jaider Esbell, assinale a alternativa que expressa de forma mais precisa o núcleo de sua poética. 
Logo no início de A História da Arte (GOMBRICH, 2012), o autor afirma: “Não existe realmente Arte. Existem apenas artistas”. Essa afirmação sintetiza sua visão de que