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“Em síntese, importa perceber que o resultado mais evidente e duradouro das viagens do início dos tempos modernos foi a unificação da Terra, perceptível em todas as esferas da vida. Por conta disso, acontecimentos europeus deixaram de ser apenas europeus para atingir dimensões planetárias [...]”. (MICELI, P. História Moderna. São Paulo: Contexto,2018, p.27.)
Analise as afirmativas e indique a alternativa correta.

I- O expansionismo português era pautado por interesses comerciais, militares e evangelizadores.
II- As expedições de exploração de Portugal e da Espanha tinham objetivo de contornar o bloqueio turco otomano em suas rotas comerciais.
III- Portugal estabeleceu feitorias na África e ocupou também o interior do Continente, afastando-se da costa.
IV- O Tratado de Tordesilhas deu fim às disputas territoriais entre Espanha e Portugal.

“O mundo que hoje conhecemos é filho da Revolução Industrial. Ela abre um período na história humana em que, pela primeira vez, os limites para a produção de riquezas pelos homens foram implodidos e nunca mais deixaram de ser superados e expandidos”. (MORAES, L. História Contemporânea. São Paulo: Contexto,2017, p.47).


Foram consequências da Revolução Industrial:

“[As Cruzadas] foram expedições militares empreendidas contra os inimigos da Cristandade e por isso legitimadas pelas Igreja, que concedia aos seus participantes privilégios espirituais e materiais”. (FRANCO JR., H. As Cruzadas. São Paulo: Brasiliense,1989, p.7).
Analise os itens e assinale a alternativa correta.

I- As motivações teológicas foram as únicas a fundamentar as Cruzadas, uma vez que na Sociedade Cristã Ocidental a religião era o fator determinante.
II- A ocupação islâmica da Terra Santa e a perda de Constantinopla para os otomanos, motivaram a Primeira Cruzada.
III- A expansão demográfica do Ocidente gerou um contingente populacional que foi atraído pelas Cruzadas e pelos benefícios prometidos aos que delas participavam.
IV- Os nobres secundogênitos viram nas Cruzadas a possibilidade de conquistar terras e prestígio (que não tinham, de acordo com os costumes sucessórios feudais).
“Para abordar essas realidades humanas, a história teve de se renovar quanto às técnicas e métodos. [...] A documentação será agora relativa ao campo econômico-social-mental: é massiva, serial, revelando o duradouro, a longa duração. Os documentos referem-se à vida cotidiana das massas anônimas, à sua vida produtiva, às suas crenças coletivas. Os documentos não são mais ofícios, cartas, editais, textos explícitos sobre a intenção do sujeito, mas listas de preço, de salários, séries de certidões de batismo, óbito, casamento, nascimento, fontes notariais, contratos, testamentos, inventários.” (REIS, J. A inovação em História. São Paulo: Paz e Terra,2000, p.23).
O texto refere-se à/ao:
“A crise mundial da década de 1930, em um mundo ainda abalado pelos problemas econômicos evidenciados em 1929, enfraqueceu as potências capitalistas centrais, permitindo que países dependentes como o Brasil diversificassem suas parcerias econômicas. Obviamente, esse jogo diplomático e comercial era complexo e arriscado, pois em um mundo cada vez mais dividido e conflagrado, era difícil se manter neutro e equidistante dos conflitos geopolíticos. No caso do Brasil, a tradicional influência inglesa e francesa era disputada por novas potências [...].” (NAPOLITANO, M. História do Brasil república. São Paulo: Contexto,2018, p.128).
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