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Observe a frase a seguir:
“É forçoso reconhecer que razão cabe ao magistrado.”
É possível, portanto, reescrever a frase acima sem que haja prejuízos substituindo o termo sublinhado por:
Viajar! Perder países! Ser outro constantemente, Por a alma não ter raízes De viver de ver somente!
Não pertencer nem a mim! Ir em frente, ir a seguir A ausência de ter um fim, E da ânsia de o conseguir!
Viajar assim é viagem. Mas faço-o sem ter de meu Mais que o sonho da passagem. O resto é só terra e céu. (Fernando Pessoa)
No poema acima, é refletido sobre a natureza da viagem. De acordo com versos do poema, como é caracterizada a essência da viagem que descreve?
Leia o poema a seguir e responda à questão 20:
Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus
braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
(Carlos Drummond de Andrade)
De acordo com a leitura do poema, identifique as alternativas corretas:
I. O poeta Carlos Drummond de Andrade escolheu o título propositalmente e o explicou no decorrer dos versos presentes no poema.
II. O poema trata a ausência como se fosse um estado de falta e perda.
III. No poema, a ausência é vista, portanto, como uma parte integrada à vida dos seres humanos.
IV. O título “ausência”, escolhido pelo eu-lírico, está desde o princípio anunciando o que será lido nos versos seguintes.