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Leia o texto a seguir.
Nos últimos 50 anos, a rápida e contínua evolução dos meios tecnológicos postos à disposição do homem vem causando impacto inédito ao meio ambiente. Cientistas renomados, como o holandês Paul Crutzen, Prêmio Nobel de Química em 1995, acreditam que o homem tenha se tornado uma ‘força geofísica planetária’. Foi ele que, em 2000, cunhou o termo Antropoceno para designar a nova época geológica que viria após o Holoceno.
Adaptado de OLIC, N. B. Antropoceno - um novo nome para o presente geológico? Revista Pangea, 24 set.2008.
No contexto apresentado, o conectivo “como” estabelece uma relação de
Nos últimos 50 anos, a rápida e contínua evolução dos meios tecnológicos postos à disposição do homem vem causando impacto inédito ao meio ambiente. Cientistas renomados, como o holandês Paul Crutzen, Prêmio Nobel de Química em 1995, acreditam que o homem tenha se tornado uma ‘força geofísica planetária’. Foi ele que, em 2000, cunhou o termo Antropoceno para designar a nova época geológica que viria após o Holoceno.
Adaptado de OLIC, N. B. Antropoceno - um novo nome para o presente geológico? Revista Pangea, 24 set.2008.
No contexto apresentado, o conectivo “como” estabelece uma relação de
Leia o texto a seguir.
Não somos as únicas pessoas interessantes no mundo, somos parte do todo. Isso talvez tire um pouco da vaidade dessa humanidade que nós pensamos ser, além de diminuir a falta de reverência que temos o tempo todo com as outras companhias que fazem essa viagem cósmica com a gente.
Somos capazes de atrair uns aos outros pelas nossas diferenças, que deveriam guiar o nosso roteiro de vida. Ter diversidade, não isso de uma humanidade com o mesmo protocolo. Porque isso até agora foi só uma maneira de homogeneizar e tirar nossa alegria de estar vivos.
Adaptado de KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. Rio de Janeiro: Cia das Letras,2019, prefácio.
No trecho, aparecem elementos linguísticos que contribuem para a coesão textual, ao retomar ou substituir informações já mencionadas.
Nesse contexto, o pronome “isso” sublinhado no texto, retoma a seguinte ideia:
Não somos as únicas pessoas interessantes no mundo, somos parte do todo. Isso talvez tire um pouco da vaidade dessa humanidade que nós pensamos ser, além de diminuir a falta de reverência que temos o tempo todo com as outras companhias que fazem essa viagem cósmica com a gente.
Somos capazes de atrair uns aos outros pelas nossas diferenças, que deveriam guiar o nosso roteiro de vida. Ter diversidade, não isso de uma humanidade com o mesmo protocolo. Porque isso até agora foi só uma maneira de homogeneizar e tirar nossa alegria de estar vivos.
Adaptado de KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. Rio de Janeiro: Cia das Letras,2019, prefácio.
No trecho, aparecem elementos linguísticos que contribuem para a coesão textual, ao retomar ou substituir informações já mencionadas.
Nesse contexto, o pronome “isso” sublinhado no texto, retoma a seguinte ideia:
Leia a notícia a seguir a respeito dos impactos da crise climática na educação.
Crise climática deixou mais de 1 milhão de estudantes sem aulas
Pesquisa do Unicef aponta que secas e enchentes afetaram mais de 1 milhão de alunos brasileiros, reduzindo o direito à educação e ao desenvolvimento escolar
Vanessa Fajardo
Publicado em 04.02.2025
Enchentes e secas deixaram mais de 200 milhões de estudantes sem aulas no mundo inteiro em 2024, sendo 1,17 milhão no Brasil. Além dos prejuízos na aprendizagem, Unicef aponta a necessidade de fomentar uma educação para a resiliência climática.
Sem a rotina escolar, meninas e meninos ficam também mais expostos a riscos como trabalho infantil e violência sexual. Pesquisas mostram que em mais de 80% dos casos de abusos de crianças, os criminosos são pessoas do âmbito familiar.
https://lunetas.com.br/crise-climatica-deixou-mais-de-1-milhao-de-estudantes-semaulas/
Considerando as características do gênero notícia, esse texto se distingue principalmente por
Crise climática deixou mais de 1 milhão de estudantes sem aulas
Pesquisa do Unicef aponta que secas e enchentes afetaram mais de 1 milhão de alunos brasileiros, reduzindo o direito à educação e ao desenvolvimento escolar
Vanessa Fajardo
Publicado em 04.02.2025
Enchentes e secas deixaram mais de 200 milhões de estudantes sem aulas no mundo inteiro em 2024, sendo 1,17 milhão no Brasil. Além dos prejuízos na aprendizagem, Unicef aponta a necessidade de fomentar uma educação para a resiliência climática.
Sem a rotina escolar, meninas e meninos ficam também mais expostos a riscos como trabalho infantil e violência sexual. Pesquisas mostram que em mais de 80% dos casos de abusos de crianças, os criminosos são pessoas do âmbito familiar.
https://lunetas.com.br/crise-climatica-deixou-mais-de-1-milhao-de-estudantes-semaulas/
Considerando as características do gênero notícia, esse texto se distingue principalmente por
A variação linguística se manifesta desde o nível mais elevado e coletivo – quando comparamos, por exemplo, o português falado em dois países diferentes (Brasil e Angola) – até o nível mais baixo e individual, quando observamos o modo de falar de uma única pessoa, a tal ponto que é possível dizer que o número de “línguas” num país é o mesmo de habitantes de seu território. Entre esses dois níveis extremos, a variação é observada em diversos outros níveis: grandes regiões, estados, regiões dentro dos estados, classes sociais, faixas etárias, níveis de renda, graus de escolarização, profissões, acesso às tecnologias de informação, usos escritos e usos falados.
BAGNO, Marcos. Disponível em https://www.ceale.fae.ufmg.br
O texto apresenta diferentes níveis em que a variação linguística pode ser observada.
A partir da explicação do autor, conclui-se que a variação linguística
BAGNO, Marcos. Disponível em https://www.ceale.fae.ufmg.br
O texto apresenta diferentes níveis em que a variação linguística pode ser observada.
A partir da explicação do autor, conclui-se que a variação linguística
Leia o texto a seguir.
Cabe enfatizar que, ao referirmos a Libras, isso não significa que ela seja utilizada da mesma forma por todos os surdos brasileiros. Como qualquer outra língua, ela está sujeita às variações regionais, adequando-se aos aspectos históricos, sociais e culturais das diferentes comunidades em que é utilizada. Da mesma forma, as produções artísticas culturais sofrem influências desses aspectos. Considerando então a não homogeneização da Libras e da cultura surda brasileira, a falta de registros dessas variações e desses atravessamentos de culturas regionais, torna-se cada vez mais urgente a realização de ações que priorizem a coleta e a análise desses materiais, no sentido de compor um acervo que sirva de referência para estudos sobre a cultura surda e sua inserção no contexto das culturas regionais e nacional.
KARNOPP, Lodenir Becker. Produções culturais de surdos: análise da literatura surda. Disponível em https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/caduc/article/view/1605/1488
A autora afirma que a Libras não é utilizada da mesma forma por todos os surdos brasileiros e que sofre variações relacionadas aos contextos sociais e culturais.
Nesse contexto, a palavra “homogeneização” poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido no texto, por
Cabe enfatizar que, ao referirmos a Libras, isso não significa que ela seja utilizada da mesma forma por todos os surdos brasileiros. Como qualquer outra língua, ela está sujeita às variações regionais, adequando-se aos aspectos históricos, sociais e culturais das diferentes comunidades em que é utilizada. Da mesma forma, as produções artísticas culturais sofrem influências desses aspectos. Considerando então a não homogeneização da Libras e da cultura surda brasileira, a falta de registros dessas variações e desses atravessamentos de culturas regionais, torna-se cada vez mais urgente a realização de ações que priorizem a coleta e a análise desses materiais, no sentido de compor um acervo que sirva de referência para estudos sobre a cultura surda e sua inserção no contexto das culturas regionais e nacional.
KARNOPP, Lodenir Becker. Produções culturais de surdos: análise da literatura surda. Disponível em https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/caduc/article/view/1605/1488
A autora afirma que a Libras não é utilizada da mesma forma por todos os surdos brasileiros e que sofre variações relacionadas aos contextos sociais e culturais.
Nesse contexto, a palavra “homogeneização” poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido no texto, por