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“Não me fantasiavam: no meio das preocupações com minha mãe doente, ninguém em casa tinha cabeça para carnaval de criança.” (4º§)
O excerto anterior apresenta uma figura de estilo denominada
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“Embora de pétalas o papel crepom nem de longe lembrasse, eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas que jamais vira.” (5º§)
A hipótese mais provável da narradora ter achado a fantasia a mais bela, apesar de não corresponder à real imagem, se explica pelo(a)
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“Na minha fome de sentir êxtase, às vezes começava a ficar alegre mas com remorso lembrava-me do estado grave de minha mãe e de novo eu morria.” (10º§)
Os termos sublinhados anteriormente exercem entre si uma ação
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No excerto “Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate. Como se as ruas e
praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a
capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.” (1º§), predomina a linguagem
Leia:
I- “Meses depois fui para o seminário São José. Se eu pudesse contar as lágrimas que chorei na véspera e na manhã, somaria mais que todas as vertidas desde Adão e Eva."
II- “Levamos-te cansado ao teu último endereço
Vi com prazer
Que um dia afinal seremos vizinhos
Conversaremos longamente
De sepultura a sepultura
No silêncio das madrugadas."
III- “A pobreza do eu
A opulência do mundo
A opulência do eu
A pobreza do mundo"
As figuras de linguagem presentes nos textos acima são, respectivamente,
I- “Meses depois fui para o seminário São José. Se eu pudesse contar as lágrimas que chorei na véspera e na manhã, somaria mais que todas as vertidas desde Adão e Eva."
II- “Levamos-te cansado ao teu último endereço
Vi com prazer
Que um dia afinal seremos vizinhos
Conversaremos longamente
De sepultura a sepultura
No silêncio das madrugadas."
III- “A pobreza do eu
A opulência do mundo
A opulência do eu
A pobreza do mundo"
As figuras de linguagem presentes nos textos acima são, respectivamente,