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O efeito de humor da tira decorre do fato de que “ler um livro de novo” não corresponde à ideia de releitura esperada como resposta. A expressão “releitura” significa
Leia os trechos a seguir:
I. Amor (ô). [Do lat. amore.] S.m.1. Sentimento que
predispõe alguém a desejar o bem de outrem,
ou de alguma coisa (...).2. Sentimento de dedicação
absoluta de um ser a outro ser ou a uma coisa;
devoção; culto; adoração (...).
(Dicionário Aurélio)
II. Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer [...]
(Luís de Camões)
III. O amor é um grande laço
Um passo pra uma armadilha
Um lobo correndo em circo
Pra alimentar a matilha
Comparo sua chegada
Com a fuga de uma ilha
Tanto engorda quanto mata
Feito desgosto de filha [...]
(Djavan)
Os trechos procuram definir o amor, mas são muito diferentes entre si, com relação à linguagem, é correto afirmar, respectivamente, que utilizamos:
Rubião interrompeu as reflexões para ler a notícia. Que era bem escrita, era. Trechos havia que releu com muita satisfação. O diabo do homem parecia haver assistido à cena. Que narração! Que viveza de estilo! Alguns pontos estavam acrescentados – confusão de memória – mas o acréscimo não ficava mal.
Identifique a afirmação correta quanto ao texto.
I. O fato de o ato de escrever ser um momento em que aquele que escreve se vê sozinho frente ao papel, tendo em mente apenas uma imagem de um possível interlocutor, faz com que haja necessidade de uma maior preocupação em relação à coesão. II. Não passava de um modesto caçador de preá. Era Bentinho Alves, do Alves de Arió do Pará. Em dia de semana gastava os olhos no pilulador da Farmácia Brito. Em tempo de feriado consumia as vistas no rasto das preás. III. Mas por detrás estão as velhas casas, pequenas e tortas, pintadas de cores vivas, como desenhos infantis, com seus varais carregados de toalhas de mesa, saias floridas, panos vermelhos e amarelos combinados harmoniosamente pela lavadeira que ali os colocou. IV. Era o casarão clássico das antigas fazendas negreiras. Assobradado, erguia-se em alicerces o muramento, de pedra até meia altura e dali em diante, de pau-a-pique. Esteios de cabriúva entremostravam-se, picados a enxó, nos trechos donde se esboroara o reboco. Janelas e portas em arco, de bandeiras em pandarecos. V. Estou numa esquina de Copacabana, são duas horas da madrugada. Espero uma condução que me leve para casa. À porta de um “dancing”, homens conversam, mulheres entram e saem, o porteiro espia sonolento. Outras se esgueiram pela calçada, fazendo a chamada vida fácil. VI. É preciso distinguir a forma dos livros e seu conteúdo. A forma dos livros irá evoluir, sem dúvida. O que hoje temos folhas encadernadas, aparadas, coladas, encapadas – isso vai mudar. Quem sabe, teremos as palavras não para ver, como nos livros, mas para ouvir. Ou para as duas coisas ao mesmo tempo? Antigamente, não havia livros, e sim rolos de papiro. Depois vieram os manuscritos raros e com certeza caríssimos, só acessíveis a uns poucos privilegiados.