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A inteligência artificial (IA), enquanto promete eficiência e progresso, reproduz desigualdades históricas, precariza o trabalho e alimenta estratégias autoritárias. Longe de ser uma ferramenta neutra, estimula preconceitos, concentra poder e redefine o que significa democracia, trabalho e liberdade. Plataformas digitais, alimentadas por fake news e impulsionadas por bolhas ideológicas, escondem estratégias de manipulação que transformam dados em armas. Não apenas refletem divisões sociais, mas também as intensificam, criando ecossistemas em que o ódio se viraliza e a verdade se fragmenta. A máquina pode ser reinventada. O algoritmo, ressignificado. O poder, redistribuído. Mas isso dependerá da nossa capacidade coletiva de resistir, reimaginar e reconstruir.

Cristian Arão. IA entre fantasmas e monstros.Curitiba: Kotter,2025, p.13-17 (com adaptações).

Com base na leitura desse texto, assinale a opção correta.
Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado, que qualificam de feminino. Somente a mediação de outrem pode constituir um indivíduo como um outro. Enquanto existe para si, a criança não pode apreender-se como sexualmente diferenciada. Se, muito antes da puberdade e, às vezes, até mesmo desde a primeira infância, a menina já se apresenta como sexualmente especificada, não é porque misteriosos instintos a destinem imediatamente à passividade, ao coquetismo, à maternidade: é porque a intervenção de outrem na vida da criança é quase original e desde seus primeiros anos sua vocação lhe é imperiosamente insuflada.

Simone de Beauvoir. O segundo sexo – II: A experiência vivida. Sérgio Milliet (Trad.). Rio de Janeiro: Nova fronteira,1967 [1949], p.9-10 (com adaptações).

Com base no trecho apresentado, é correto concluir que Simone de Beauvoir defende que
No mesmo rio entramos e também não entramos. Somos e também não somos.
Heráclito. Fragmentos. Emmanuel Carneiro Leão (Trad.). Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,1980, p.81 (com adaptações).

Como uma onda
Lulu Santos e Nelson Motta
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas
Como um mar (...)
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo.

A partir das proposições de Heráclito e do trecho reproduzido da canção Como uma onda, assinale a opção correta.
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Em relação ao garimpo como uma atividade econômica, assinale a opção correta.
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Entende-se da leitura do texto CB1A1-II que Ailton Krenak
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