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A coesão sonora de uma banda municipal depende fundamentalmente da clareza harmônica, que é a correta execução do empilhamento vertical de sons que formam os acordes. Não basta que cada músico toque a nota correta de forma isolada; é preciso que o conjunto produza uma sonoridade equilibrada, afinada e que corresponda à qualidade emocional que o compositor ou arranjador idealizou. O maestro, em sua função de regente e pedagogo, precisa ter uma compreensão profunda não apenas de como os acordes são nomeados, mas de sua estrutura interna, pois é essa estrutura que define se um acorde soa maior (alegre), menor (melancólico), diminuto (tenso) ou aumentado (instável). Essa análise permite ao maestro diagnosticar problemas de afinação e equilíbrio, orientando, por exemplo, qual nota da tríade deve ter mais peso ou cuidado na sua emissão. Com base na teoria fundamental da estrutura de tríades, assinale a alternativa correta.
Qual é a classificação correta do intervalo composto entre as notas Sol3 e Si4 (considerando Sol3 como a nota mais grave)? 
Na teoria da harmonia funcional e, sobretudo, na improvisação, o músico frequentemente utiliza modos (escalas diatônicas) para colorir ou estender as funções tonais básicas, transcendendo a estrutura maior/ menor tradicional. O modo Lídio é um desses recursos.

Qual é a função do modo Lídio na improvisação sobre uma harmonia de tônica maior (I grau), e qual é o intervalo característico que o diferencia?
O domínio dos fundamentos teóricos é essencial para o violonista, que utiliza cifras e a harmonia funcional diariamente. A tríade menor é uma das estruturas harmônicas mais básicas, composta por uma tônica (T), uma terça menor (3m) e uma quinta justa (5J).

Qual é o nome correto da tríade formada pela superposição das notas Lá, Dó e Mi e a cifra que a representa corretamente?
Assinale a alternativa que indica corretamente a sequência de Tom (T) e Semitom (S) de uma escala de Modo Mixolídio.