Filtrar


Questões por página:
Na intoxicação por monóxido de carbono (C?), a principal indicação para oxigenoterapia hiperbárica (OHB) em ambiente ocupacional, além da perda de consciência e déficits neurológicos focais, é a presença de:
Homem de 68 anos, com quadro de perda de consciência após picada de abelha, é levado a uma Unidade de Pronto Atendimento ainda confuso e com falta de ar. Vem realizando acompanhamento por hipertensão arterial, insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida e glaucoma. Faz uso de propranolol, enalapril e espironolactona. O exame físico revela: paciente sonolento e confuso (escala de coma de Glasgow 13); presença de estridor inspiratório; PA 76 x 42 mmHg; FC 54 bpm; FR 28 irpm; temperatura axilar 35,9 °C e glicemia capilar 102 mg/dL. Após administração de 0,5 mg de adrenalina intramuscular, o paciente mantém o quadro descrito.

Qual é a próxima conduta medicamentosa para o caso?
Homem, 63 anos, em acompanhamento psiquiátrico regular há 25 anos devido à transtorno bipolar tipo I, em uso contínuo de carbonato de lítio, com níveis séricos previamente estáveis na faixa terapêutica. Há 5 dias, iniciou uso de anti-inflamatório não esteroidal (AINE) para lombalgia. Há 3 dias, passou a apresentar náuseas, vômitos e redução da ingesta hídrica. Nos últimos dois dias, a família notou febre não aferida e piora do estado geral. É trazido ao pronto-atendimento por familiares, que acreditam que ele esteja “tendo um derrame”, pois “acordou sem falar coisa com coisa” e “falando embolado; parece que está bêbado, mas ele nem bebe”.
Ao exame de admissão, encontra-se desorientado em tempo e espaço, Escala de Coma de Glasgow 13, disartria, tremor grosseiro de extremidades, hiporreflexia generalizada e mioclonias em membros superiores; força muscular preservada e simétrica, sem sinais de assimetria facial ou de déficit motor focal. Exames laboratoriais revelam creatinina acima do basal do paciente e lítio sérico de 4,2 mEq/L (faixa terapêutica de referência: 0,6–1,2 mEq/L).
Diante do quadro descrito, assinale a opção que apresenta a principal hipótese diagnóstica e a conduta mais adequada. 
Homem, 63 anos, em acompanhamento psiquiátrico regular há 25 anos devido à transtorno bipolar tipo I, em uso contínuo de carbonato de lítio, com níveis séricos previamente estáveis na faixa terapêutica. Há 5 dias, iniciou uso de anti-inflamatório não esteroidal (AINE) para lombalgia. Há 3 dias, passou a apresentar náuseas, vômitos e redução da ingesta hídrica. Nos últimos dois dias, a família notou febre não aferida e piora do estado geral. É trazido ao pronto-atendimento por familiares, que acreditam que ele esteja “tendo um derrame”, pois “acordou sem falar coisa com coisa” e “falando embolado; parece que está bêbado, mas ele nem bebe”.
Ao exame de admissão, encontra-se desorientado em tempo e espaço, Escala de Coma de Glasgow 13, disartria, tremor grosseiro de extremidades, hiporreflexia generalizada e mioclonias em membros superiores; força muscular preservada e simétrica, sem sinais de assimetria facial ou de déficit motor focal. Exames laboratoriais revelam creatinina acima do basal do paciente e lítio sérico de 4,2 mEq/L (faixa terapêutica de referência: 0,6–1,2 mEq/L).
Diante do quadro descrito, assinale a opção que apresenta a principal hipótese diagnóstica e a conduta mais adequada.
Paciente de 45 anos, em uso de imipramina 75 mg/dia para dor neuropática, duplicou a dose e consumiu bebida alcoólica. Horas depois, foi encontrado confuso, com midríase, taquicardia, hipertermia e pele seca.
O diagnóstico mais provável é