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Paciente de 45 anos, em uso de imipramina 75 mg/dia para dor neuropática, duplicou a dose e consumiu bebida alcoólica. Horas depois, foi encontrado confuso, com midríase, taquicardia, hipertermia e pele seca.
O diagnóstico mais provável é 
Uma mulher de 30 anos foi trazida ao serviço de emergência por amigos de uma festa. Ela está agitada, confusa e verbalmente agressiva. Os amigos relatam um episódio de convulsão com duração de 30 segundos a caminho do hospital. Eles também informam que ela ingeriu “alguns comprimidos”. Relato específico que os comprimidos ingeridos eram de metanfetamina e fentanil. Aspirou cocaína e ingeriu álcool e houve rebaixamento do seu nível de consciência e ela ficou irresponsiva. Encaminhada ao CTI.
As etapas seguintes de tratamento para esse caso devem incluir
O escorpionismo é o acidente por animal peçonhento mais frequentemente notificado no Brasil e pode evoluir para formas graves com risco de óbito, especialmente na população pediátrica.

Criança de 5 anos de idade, previamente hígida, é trazida ao pronto-socorro por familiares após ser picada por um escorpião na região plantar do pé esquerdo há cerca de 1 hora. Ao exame admissional, apresenta dor local intensa, agitação, sudorese profusa, sialorreia, tremores, taquidispneia, taquicardia (150 bpm), múltiplos episódios de vômitos persistentes e pressão arterial de 135/85 mmHg (acima do percentil 95 para a idade e altura). Não há sinais de insuficiência respiratória grave ou choque circulatório no momento da avaliação.

Considerando o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de Acidentes Escorpiônicos do Ministério da Saúde, o envenenamento deve ser classificado e tratado, respectivamente, como 
Paciente de nove anos, sexo masculino, é levada pela mãe para atendimento em emergência quatro horas após ser picado por uma serpente enquanto brincava no sítio dos avós no interior do Rio Grande do Norte. A criança se queixa de fraqueza no corpo inteiro, afirma que está enxergando mal e que o olho está pesado, mas nega dor no local da picada. A mãe afirma que os sintomas se iniciaram cerca de duas horas após o acidente.

Ao exame físico, apresenta ptose palpebral bilateral, oftalmoplegia, discreto edema no local da picada, mialgia difusa e urina de coloração escura. Sinais vitais: PA 120 × 80 mmHg, FC 92 bpm, FR 18 irpm, SpO? 98% em ar ambiente.

Considerando o quadro clínico, os exames laboratoriais prioritários na avaliação inicial e no monitoramento das principais complicações do acidente em questão são:
O escorpionismo é o acidente por animal peçonhento mais frequentemente notificado no Brasil e pode evoluir para formas graves com risco de óbito, especialmente na população pediátrica.

Criança de 5 anos de idade, previamente hígida, é trazida ao pronto-socorro por familiares após ser picada por um escorpião na região plantar do pé esquerdo há cerca de 1 hora. Ao exame admissional, apresenta dor local intensa, agitação, sudorese profusa, sialorreia, tremores, taquidispneia, taquicardia (150 bpm), múltiplos episódios de vômitos persistentes e pressão arterial de 135/85 mmHg (acima do percentil 95 para a idade e altura). Não há sinais de insuficiência respiratória grave ou choque circulatório no momento da avaliação.

Considerando o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de Acidentes Escorpiônicos do Ministério da Saúde, o envenenamento deve ser classificado e tratado, respectivamente, como