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Leia o texto a seguir.
Por detrás das pautas dos acontecimentos culturais - estreias, inaugurações, lançamentos de produtos etc. - que constituem os cadernos culturais diários e semanais - muitas vezes estão as assessorias de imprensa, que estabelecem e mantêm a articulação entre as fontes e as redações, facilitam o trabalho de ambos, mas nem sempre o definem.
MIRANDA, Nadja. Divulgação e jornalismo cultural. In: RUBIM, Linda (Org.). Organização e produção da cultura. Salvador: EDUFBA; FACOM/ CULT, 2005, p. 79-98. [Fragmento]
Considerando esse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. As assessorias, em muitos casos, tornam-se também fontes - porque têm a matéria-prima básica das informações -, notadamente nos cadernos culturais, que são constituídos, em grande parte, pelas informações delas provenientes.
PORQUE
II. O público imediato das assessorias não são os leitores, mas os próprios jornalistas. No relacionamento daqueles com estes, é necessário atuar com base na percepção que os jornalistas, nas redações, têm do fato e de como vão transmiti-los.
É correto afirmar que
Por detrás das pautas dos acontecimentos culturais - estreias, inaugurações, lançamentos de produtos etc. - que constituem os cadernos culturais diários e semanais - muitas vezes estão as assessorias de imprensa, que estabelecem e mantêm a articulação entre as fontes e as redações, facilitam o trabalho de ambos, mas nem sempre o definem.
MIRANDA, Nadja. Divulgação e jornalismo cultural. In: RUBIM, Linda (Org.). Organização e produção da cultura. Salvador: EDUFBA; FACOM/ CULT, 2005, p. 79-98. [Fragmento]
Considerando esse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. As assessorias, em muitos casos, tornam-se também fontes - porque têm a matéria-prima básica das informações -, notadamente nos cadernos culturais, que são constituídos, em grande parte, pelas informações delas provenientes.
PORQUE
II. O público imediato das assessorias não são os leitores, mas os próprios jornalistas. No relacionamento daqueles com estes, é necessário atuar com base na percepção que os jornalistas, nas redações, têm do fato e de como vão transmiti-los.
É correto afirmar que
Até o início dos anos 2000, a divulgação de um
evento ou bem cultural contava com o espaço nas
mídias impressas para o jornalismo cultural e com
a possibilidade da reflexão crítica
profissionalizada. Na última década, com as
mutações no jornalismo e a intensificação da
cibercultura, o que se alterou nesse cenário?
Concurso:
Prefeitura de Ilhabela - SP
Disciplina:
Jornalismo
Há um gênero jornalístico que amplia o caráter factual e
imediato da notícia. Ele pode se apresentar como o perfil
de um olimpiano, uma história de interesse humano, uma
entrevista, construídos de forma mais profunda e sem
viés atemporal. Distingue-se mais pela forma do que pela
pauta. Esse tipo de matéria chama-se
As redações são divididas em editorias, que correspondem, geralmente, às áreas de interesse e atividade da cobertura jornalística. Elas podem ser sobre polícia, política, economia, entre outras. Além disso, elas podem ser divididas entre notícias, reportagens, notas e outras maneiras de contar a informação. A captação das informações para construir a notícia requer alguns conhecimentos. A respeito do assunto, assinale a alternativa correta.
Concurso:
MPE-PE
Disciplina:
Jornalismo
Considere o texto abaixo.
Ao se dividir em seções (cadernos), no início do século 20, a imprensa se libertou das páginas caóticas de antes, nas quais um mesmo texto falava da calçada mal conservada e da ópera no Teatro Municipal. Com isso, os jornais e as revistas tornaram-se muito mais fáceis de ler, mas rotularam o conhecimento humano. Nas últimas décadas, a cobertura dos cadernos culturais expandiu-se rapidamente e novos universos apareceram nos jornais.
(Adaptado de: BALLERINI. F. Jornalismo Cultural no século 21. São Paulo: Summus Editorial,2015, p.163-164)
O desenvolvimento capitalista e os novos hábitos de consumo e de lazer brasileiros proporcionaram o fortalecimento, no século XXI, de novas editorias - desmembradas do caderno de cultura - nos jornais da imprensa hegemônica como
Ao se dividir em seções (cadernos), no início do século 20, a imprensa se libertou das páginas caóticas de antes, nas quais um mesmo texto falava da calçada mal conservada e da ópera no Teatro Municipal. Com isso, os jornais e as revistas tornaram-se muito mais fáceis de ler, mas rotularam o conhecimento humano. Nas últimas décadas, a cobertura dos cadernos culturais expandiu-se rapidamente e novos universos apareceram nos jornais.
(Adaptado de: BALLERINI. F. Jornalismo Cultural no século 21. São Paulo: Summus Editorial,2015, p.163-164)
O desenvolvimento capitalista e os novos hábitos de consumo e de lazer brasileiros proporcionaram o fortalecimento, no século XXI, de novas editorias - desmembradas do caderno de cultura - nos jornais da imprensa hegemônica como