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Homem, 70 anos de idade, ex-tabagista com carga de 50 anos-maço e abstêmio há 5 anos. Há 8 anos, com quadro de dispneia progressiva e tosse crônica. No último ano, apresentou duas idas ao pronto-socorro com necessidade de corticoide associada à antibioticoterapia oral. Espirometria com VEF1 38%, sem mudança após broncodilatador. 

• Exames laboratoriais:
Hemoglobina: 16,5 g/dL
Leucócitos: 8.100/mm3
Eosinófilos: 380/mm3
Ur: 38 mg/dL
Cr: 1,2 mg/dL

Além de ?2 de longa duração, a terapia mais adequada para este paciente deve incluir:
As doenças pulmonares intersticiais constituem um grupo heterogêneo de doenças em que, muitas vezes, a causa não é conhecida. Sobre a fibrose pulmonar idiopática, analise as afirmações abaixo:
01. Há fatores de risco genéticos (encurtamento de telômeros) e ambientais (tabagismo, infecções respiratórias) para o seu desenvolvimento.
04. Ainda não há um marcador estabelecido para definir quais pacientes terão maior risco de exacerbações.
08. Nintendanib e pirfenidona são medicações que tem como objetivo a redução da taxa de declínio da capacidade vital forçada ao longo do tempo.
10. Tomografia de tórax é o exame mais importante para diagnóstico. Espirometria com medida de difusão de monóxido de carbono e teste de caminhada de 6 minutos são importantes para o acompanhamento clínico.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é: 

André, 32 anos, tem asma brônquica e rinite alérgica desde os 3 anos de idade com diversas internações hospitalares e idas à urgência. Apresenta sintomas diurnos e despertares noturnos diariamente e faz uso de broncodilatador de curta ação. Há 2 dias, após mexer em livros antigos, vem evoluindo com tosse, sibilância e espirros.


Com base neste caso clínico, a classificação e o tratamento mais adequados para este paciente são 

Doenças respiratórias são frequentes queixas da Atenção Básica. Acerca dos sinais e sintomas do aparelho respiratório, assinale a alternativa CORRETA.
Mulher, 27 anos, asmática desde a infância, procura o pronto-socorro com dispneia e tosse seca há dois dias. Exame clínico: PA 120x70 mmHg, FC = 101 bpm, FR = 24 ipm, SpO2 = 91%, consciente e orientada; apresenta sibilos difusos na ausculta pulmonar; ausculta cardíaca normal, com boa perfusão periférica. Após três ciclos de salbutamol e ipratrópio e uma dose de hidrocortisona parenteral, a paciente apresenta melhora parcial dos sintomas, com FR = 22 ipm, SpO2 = 93% e ausculta com menos sibilos. Realizado Peak flow cujo resultado foi de 150 L/min. A radiografia de tórax é normal, sem condensações.
A próxima conduta mais adequada é: