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Segundo a Lei no 7.498/1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem no Brasil, o trabalho do enfermeiro é caracterizado por
Paciente masculino, 42 anos, vítima de queda de estrutura metálica, é admitido com dor torácica intensa à direita, taquipneia, jugulares colabadas, ausência de murmúrio vesicular, macicez à percussão e sinais de hipoperfusão. A oximetria mostra 86% com O? a 10 L/min e a PA está em 80×50 mmHg. Considerando os critérios diagnósticos para hemotórax maciço, os protocolos de estabilização torácica e os limites técnico-legais da atuação de enfermagem em ambiente de trauma, qual deve ser a conduta prioritária e legalmente segura?
Durante um plantão vespertino em unidade de pronto atendimento (UPA), três pacientes são admitidos quase simultaneamente na sala de emergência:
- Paciente A: adulto jovem, vítima de colisão automobilística, com ferimento lacerante no tórax direito, saturação de O? em 89% e murmúrio vesicular abolido nesse hemitórax; - Paciente B: idoso com história de DPOC e diabetes, apresentando confusão mental súbita, glicemia capilar de 48 mg/dL, sudorese intensa e taquicardia; - Paciente C: gestante de 32 semanas, com sangramento vaginal moderado e dor hipogástrica, mas sem sinais de instabilidade hemodinâmica.
A equipe médica encontra-se em procedimento cirúrgico em outra unidade, e o enfermeiro da sala de emergência deve, com base em seu escopo técnico-legal, garantir a estabilização inicial e organizar o plano de ação assistencial até o suporte médico. Considerando os princípios do atendimento em múltiplas vítimas, os protocolos de suporte básico e avançado de vida, a legislação do exercício profissional da enfermagem (Lei nº 7.498/1986), e os fundamentos da classificação de risco e julgamento clínico em ambiente de urgência, qual conduta representa a melhor sequência técnico-prioritária e legalmente respaldada?
Durante uma inspeção sanitária extraordinária em uma clínica privada de cuidados paliativos, a vigilância sanitária municipal identificou inconformidades nos processos de higienização de dispositivos invasivos, ausência de protocolos atualizados de prevenção de infecção relacionada à assistência à saúde (IRAS) e delegação de atividades privativas do enfermeiro a técnicos de enfermagem. O enfermeiro responsável técnico (RT), presente há menos de três meses na função, justificou que ainda não havia concluído o plano de ação corretiva e afirmou não ter autonomia decisória junto à direção institucional. À luz da Resolução COFEN nº 509/2016 (atribuições do RT), da RDC ANVISA nº 11/2023, da Lei nº 7.498/1986 (Lei do Exercício Profissional), e dos princípios da responsabilidade solidária e subsidiária, qual posicionamento é mais coerente, técnica e juridicamente, com o papel ético-institucional do enfermeiro enquanto agente de regulação sanitária interna?
Durante o atendimento a um paciente com choque anafilático em uma unidade de pronto atendimento, a equipe médica ainda não se encontrava presente na sala de emergência no momento da chegada. O enfermeiro, diante de sinais de taquicardia extrema, hipotensão severa e estridor laríngeo progressivo, considera a administração de epinefrina intramuscular como intervenção emergencial. Considerando os fundamentos legais do exercício da enfermagem (Lei nº 7.498/1986), a Resolução COFEN nº 564/2017, os princípios de autonomia técnica em situação de risco iminente de vida e os protocolos internacionais para reações anafiláticas graves, qual decisão representa a conduta mais ética, legalmente respaldada e clinicamente eficaz?