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Em uma situação de acidente de trânsito, ao se deparar com uma vítima consciente, porém com suspeita de traumatismo na coluna cervical, o procedimento correto do condutor é:

Homem de 20 anos, passageiro contido no veículo, sofreu colisão auto x auto de baixa energia; deu entrada na emergência transportado pelo SAMU, sob protocolo (colar cervical, prancha e head-block, cobertor térmico e cintos de contenção), consciente, sem dor cervical, sem déficits neurológicos; ausência de intoxicação exógena e sem outras lesões dolorosas. Exame físico completo normal.


Qual conduta deve ser adotada no que se refere à restrição dos movimentos da coluna cervical e à necessidade de estudo radiológico desta?

Um motorista presencia colisão envolvendo automóvel e motocicleta em rodovia. No local há vazamento de combustível, tráfego intenso e três vítimas: uma permanece inconsciente no interior do automóvel; outra apresenta hemorragia intensa em membro superior e suspeita de fratura em membro inferior; e o motociclista, consciente, utilizando capacete, refere dor cervical intensa, dificuldade para movimentar os membros inferiores e permanece caído sobre a pista. Não há sinais imediatos de incêndio, mas o ambiente ainda oferece riscos. A equipe especializada de resgate ainda não chegou. À luz dos princípios de Primeiros Socorros, assinale a opção CORRETA.

Chega no Pronto Socorro um paciente com suspeita de trauma raquimedular, que precisa ser transportado da ambulância do SAMU até a sala vermelha do Hospital Regional. Sabe-se que erguer ou transportar vítimas de maneira incorreta, pode, em muitos casos, agravar possíveis lesões sofridas no trauma.

Desse modo, qual deve ser a conduta no transporte de pacientes com esse tipo de agravo?

Sobre o trauma cranioencefálico, considere as afirmativas seguintes.
I. A pressão de perfusão encefálica (PPE) pode ser determinada pelo valor da pressão arterial média (PAM) subtraído da pressão intracraniana (PIC), ou seja, PPE=PAM-PIC.
II. Complacência intracraniana pode ser definida como a capacidade do crânio de tolerar aumentos no volume dos seus componentes (encéfalo, sangue e líquido cerebroespinhal) sem um aumento correspondente da pressão intracraniana.
III. A função da escala de coma modificada de Glasgow é determinar o tratamento para o paciente com trauma cranioencefálico.
IV. A ausência de fraturas cranianas determinadas pela radiografia ou tomografia exclui a possibilidade de trauma cranioencefálico.
Estão corretas