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As lesões musculoesqueléticas são divididas em fraturas, entorses e luxações. Ao prestar os primeiros socorros a uma dessas situações, o professor deve: 

Durante o plantão no SAMU, você é acionado para atendimento de acidente automobilístico de alta energia. Na chegada à cena, você encontra um homem de 34 anos, no banco do motorista, inconsciente, preso às ferragens, com taquidispnéia e pálido. Ao fazer a avaliação primária encontra os seguintes achados: 

• X – sem hemorragias externas visíveis.
• A – via aérea pérvia, sem ruído respiratório.
• B – respiração superficial, conta 32 irpm, murmúrio vesicular diminuído bilateralmente.
• C – Extremidades frias, TEC > 5 segundos, pulsos radial ausente, pulso carotídeo presente, filiforme e rápido
• D – Glasgow 6 (RO1, RV1, RM4).
• E – Não realizada no momento

Diante do quadro, qual deve ser a conduta imediata do médico intervencionista na cena, conforme os protocolos de trauma pré-hospitalar avançado?
Durante uma aula prática na quadra, um aluno torce o tornozelo (entorse) levemente ao pisar na bola. Enquanto se aguarda o atendimento médico especializado ou o contato com os responsáveis, a medida imediata de primeiros socorros mais indicada para reduzir o inchaço e a dor é:   
Um paciente de 56 anos foi vítima de colisão automobilística. Foi atendido ainda na rodovia pela equipe de resgate, que evidenciou sinais de instabilidade hemodinâmica. Durante a avaliação inicial, foram identificados sinais de fratura do anel pélvico, com dor intensa e crepitação à palpação.

Considerando o mecanismo de trauma descrito e o tipo de fratura mais comum do anel pélvico, quais são o diagnóstico mais provável e a conduta imediata antes do transporte para o hospital de referência?
A luxação glenoumeral (ombro deslocado) anterior é frequente em esportes de arremesso ou quedas. Assinale a alternativa que indica o sinal clínico clássico e a c