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Concurso:
Prefeitura de Brejo Santo - CE
Disciplina:
Fonoaudiologia
Os transtornos motores de fala são condições que afetam a produção da fala devido a dificuldades no controle dos músculos responsáveis pela articulação. Esses transtornos podem ter origens neurológicas ou outras causas relacionadas ao desenvolvimento e podem se manifestar de diversas formas, como a disartria e a apraxia de fala. A identificação precoce e o tratamento adequado são essenciais para melhorar a qualidade de vida e a comunicação do paciente. Analise as proposições sobre os transtornos de fala:
I. A disartria é caracterizada por dificuldade na articulação da fala devido a lesões nos músculos envolvidos na produção da fala, o que pode resultar em uma fala lenta, imprecisa e com alterações na qualidade vocal.
II. A apraxia de fala é um transtorno motor que afeta a capacidade de planejar e coordenar os movimentos necessários para a produção da fala, levando a dificuldades na pronúncia de palavras e na sequência de sons.
III. A disartria pode ocorrer devido a lesões no sistema nervoso central ou periférico e pode afetar a respiração, a articulação, a prosódia e a voz, resultando em dificuldades na produção da fala.
IV. O tratamento da apraxia de fala não requer intervenção fonoaudiológica, pois é um transtorno que pode ser superado com a prática repetitiva de articulação da fala, sem a necessidade de terapia especializada.
V. Transtornos motores de fala, como a apraxia e a disartria, podem ser diagnosticados por meio de avaliação clínica e exames neurológicos, e o tratamento pode envolver terapia fonoaudiológica para reabilitar as habilidades de fala e comunicação.
Marque a alternativa que consta somente as proposições verdadeiras:
I. A disartria é caracterizada por dificuldade na articulação da fala devido a lesões nos músculos envolvidos na produção da fala, o que pode resultar em uma fala lenta, imprecisa e com alterações na qualidade vocal.
II. A apraxia de fala é um transtorno motor que afeta a capacidade de planejar e coordenar os movimentos necessários para a produção da fala, levando a dificuldades na pronúncia de palavras e na sequência de sons.
III. A disartria pode ocorrer devido a lesões no sistema nervoso central ou periférico e pode afetar a respiração, a articulação, a prosódia e a voz, resultando em dificuldades na produção da fala.
IV. O tratamento da apraxia de fala não requer intervenção fonoaudiológica, pois é um transtorno que pode ser superado com a prática repetitiva de articulação da fala, sem a necessidade de terapia especializada.
V. Transtornos motores de fala, como a apraxia e a disartria, podem ser diagnosticados por meio de avaliação clínica e exames neurológicos, e o tratamento pode envolver terapia fonoaudiológica para reabilitar as habilidades de fala e comunicação.
Marque a alternativa que consta somente as proposições verdadeiras:
Concurso:
Prefeitura de Brejo Santo - CE
Disciplina:
Fonoaudiologia
O transtorno fonológico é uma alteração de fala que envolve a produção inadequada de sons, resultando em trocas, omissões ou adições de fonemas. Esse tipo de transtorno pode afetar a clareza e a inteligibilidade da fala, podendo impactar a comunicação de uma criança e, consequentemente, seu desempenho acadêmico e social. A identificação precoce e o tratamento adequado são fundamentais para garantir o desenvolvimento da fala de maneira funcional e adequada.
Assinale a alternativa CORRETA sobre o transtorno fonológico:
Assinale a alternativa CORRETA sobre o transtorno fonológico:
Concurso:
Prefeitura de Brejo Santo - CE
Disciplina:
Fonoaudiologia
A linguística aplicada à Fonoaudiologia estuda como os aspectos da linguagem, incluindo fonologia, morfologia, sintaxe e semântica, influenciam a comunicação e o desenvolvimento da linguagem. O fonoaudiólogo utiliza conhecimentos linguísticos para avaliar, diagnosticar e intervir em transtornos da comunicação, tanto na linguagem oral quanto na escrita.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a aplicação da linguística na Fonoaudiologia:
Assinale a alternativa CORRETA sobre a aplicação da linguística na Fonoaudiologia:
Concurso:
Prefeitura de Brejo Santo - CE
Disciplina:
Fonoaudiologia
Os distúrbios de fala, linguagem e voz decorrentes de fatores neurológicos congênitos, como paralisia cerebral, lesões cerebrais e outras condições neurológicas, podem afetar as habilidades comunicativas de crianças desde os seus primeiros anos de vida. Esses distúrbios são causados por comprometimentos nas áreas do cérebro responsáveis pelo controle motor da fala, voz e linguagem, impactando a articulação, a fluência e a compreensão.
Assinale a alternativa CORRETA a respeito dos distúrbios de fala, linguagem e voz decorrentes de fatores neurológicos congênitos:
Assinale a alternativa CORRETA a respeito dos distúrbios de fala, linguagem e voz decorrentes de fatores neurológicos congênitos:
Concurso:
Prefeitura de Brejo Santo - CE
Disciplina:
Fonoaudiologia
Estudo de Caso:
Criança com TEA e Ausência de Fala
Maria é uma menina de 4 anos de idade que foi encaminhada para avaliação fonoaudiológica após preocupações iniciais de seus pais e educadores sobre seu desenvolvimento comunicativo. Ela é filha única e vive em um ambiente familiar estável, com bons estímulos sociais e afetivos. Maria tem se mostrado distante nas interações sociais e não apresenta fala até o momento.
● Desenvolvimento motor e cognitivo: Dentro da média para sua idade, Maria tem boa coordenação motora e é capaz de realizar atividades cotidianas com apoio, como comer sozinha e brincar de forma independente.
● Histórico familiar: Não há relatos de problemas de fala ou desenvolvimento em outros membros da família. Não há histórico de doenças genéticas ou síndromes. ● Não responde ao seu nome de forma consistente e raramente imita sons ou palavras, mesmo quando estimulada. Além disso, Maria apresenta um padrão de comportamento restrito e repetitivo, como bater as mãos e girar objetos, dificuldades em manter contato visual e em interagir com outras crianças durante atividades em grupo. ● Exame audiológico: Normal.
Quais as estratégias corretas para o tratamento de Maria?
I. Terapia Fonoaudiológica visando trabalhar com Maria exercícios que promovam a comunicação, como o uso de Linguagem de Sinais (Libras) ou Sistemas de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA).
II. Realizar Terapia Comportamental (ABA): A Análise Comportamental será utilizada para reforçar comportamentos comunicativos e promover a imitação de sons e palavras. A terapia incentivará Maria a associar palavras e sons aos seus significados, promovendo uma comunicação funcional, mesmo que inicialmente sem fala. Após 3 meses de terapia ABA, encaminhá-la ao fonoaudiólogo.
III. Além da fonoterapia, fazer encaminhamento para o psicólogo, visando intervenções que incentivem a interação social, como brincadeiras estruturadas com outras crianças. Essas atividades podem ser utilizadas para trabalhar a empatia, o contato visual e as habilidades de turnos na comunicação.
IV. O prognóstico de Maria depende do nível de envolvimento com a intervenção e da resposta ao tratamento. A ausência de fala, comum em crianças com TEA, não é irreversível, mas requer paciência e esforço contínuo. É importante que o tratamento seja ajustado às necessidades específicas de Maria, com avaliações constantes para monitorar seu progresso. A equipe multidisciplinar é imprescindível para traçar um plano terapêutico e ajudar na evolução de Maria.
V. Em caráter de urgência, seria necessário encaminhar a paciente para um exame audiológico mais específico, como o BERA, para que, após esse resultado, possa ser traçado um plano terapêutico.
Criança com TEA e Ausência de Fala
Maria é uma menina de 4 anos de idade que foi encaminhada para avaliação fonoaudiológica após preocupações iniciais de seus pais e educadores sobre seu desenvolvimento comunicativo. Ela é filha única e vive em um ambiente familiar estável, com bons estímulos sociais e afetivos. Maria tem se mostrado distante nas interações sociais e não apresenta fala até o momento.
● Desenvolvimento motor e cognitivo: Dentro da média para sua idade, Maria tem boa coordenação motora e é capaz de realizar atividades cotidianas com apoio, como comer sozinha e brincar de forma independente.
● Histórico familiar: Não há relatos de problemas de fala ou desenvolvimento em outros membros da família. Não há histórico de doenças genéticas ou síndromes. ● Não responde ao seu nome de forma consistente e raramente imita sons ou palavras, mesmo quando estimulada. Além disso, Maria apresenta um padrão de comportamento restrito e repetitivo, como bater as mãos e girar objetos, dificuldades em manter contato visual e em interagir com outras crianças durante atividades em grupo. ● Exame audiológico: Normal.
Quais as estratégias corretas para o tratamento de Maria?
I. Terapia Fonoaudiológica visando trabalhar com Maria exercícios que promovam a comunicação, como o uso de Linguagem de Sinais (Libras) ou Sistemas de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA).
II. Realizar Terapia Comportamental (ABA): A Análise Comportamental será utilizada para reforçar comportamentos comunicativos e promover a imitação de sons e palavras. A terapia incentivará Maria a associar palavras e sons aos seus significados, promovendo uma comunicação funcional, mesmo que inicialmente sem fala. Após 3 meses de terapia ABA, encaminhá-la ao fonoaudiólogo.
III. Além da fonoterapia, fazer encaminhamento para o psicólogo, visando intervenções que incentivem a interação social, como brincadeiras estruturadas com outras crianças. Essas atividades podem ser utilizadas para trabalhar a empatia, o contato visual e as habilidades de turnos na comunicação.
IV. O prognóstico de Maria depende do nível de envolvimento com a intervenção e da resposta ao tratamento. A ausência de fala, comum em crianças com TEA, não é irreversível, mas requer paciência e esforço contínuo. É importante que o tratamento seja ajustado às necessidades específicas de Maria, com avaliações constantes para monitorar seu progresso. A equipe multidisciplinar é imprescindível para traçar um plano terapêutico e ajudar na evolução de Maria.
V. Em caráter de urgência, seria necessário encaminhar a paciente para um exame audiológico mais específico, como o BERA, para que, após esse resultado, possa ser traçado um plano terapêutico.