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O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de interesses e atividades. A identificação de atrasos no desenvolvimento, o diagnóstico oportuno de TEA e encaminhamento para intervenções comportamentais e apoio educacional na idade mais precoce possível podem levar a melhores resultados a longo prazo, considerando a neuroplasticidade cerebral.
Leia atentamente o caso clínico:
A.J.R.A,5 anos, com Transtorno do Espectro do Autismo, não verbal, comunicação e contato visual restrito, pouca interação e dificuldade com o uso funcional da linguagem, com inflexibilidade e rigidez cognitiva, dificuldade em atividades de colaboração e em compartilhar o foco de atenção.
Diante do exposto, analise as asserções a seguir:

I. Algumas estratégias podem auxiliar estes pacientes, como: aceitar qualquer meio comunicativo ou forma de manifestação como expressão de intencionalidade; realizar atividades que proporcionam o uso de dois meios comunicativos ao mesmo tempo; bem como substituir funções comunicativas gestuais por verbais, mesmo que rudimentares, ou por gestos convencionais.
PORQUE
II. Diante do quadro clínico apresentado, precisa adequar os meios comunicativos às funções comunicativas expressas, ampliando as funções de comunicação e sua possibilidade de utilização em diferentes situações.

A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
O transtorno fonológico é definido como uma alteração encontrada no sistema fonológico de um indivíduo e pode ser caracterizado por: substituições, omissões e ou distorções dos sons da fala. Essas alterações podem estar relacionadas às dificuldades com a organização das regras fonológicas da língua, o que caracterizaria uma dificuldade cognitivolinguística, com a percepção auditiva dos sons e/ou com a produção dos mesmos.
O transtorno fonológico no DSM-V foi chamado de Transtorno dos Sons da Fala. Por definição, envolve tanto os distúrbios fonológicos quanto o de produção ou articulação dos sons da fala. Pessoas com manifestações de transtorno fonológico apresentam alterações que comprometem a inteligibilidade da fala. Diante da variabilidade, faz-se necessário um diagnóstico diferencial.
Diante do exposto, analise as asserções a seguir:

I. Crianças que apresentam processos fonológicos típicos de crianças mais novas, cujos processos permanecem além do período esperado, estes são chamados de atraso fonológico, enquanto os que apresentam erros sistemáticos, mas típicos, são chamados de erros fonológicos consistentes.
PORQUE
II. Crianças que apresentam erros que não são comuns ao desenvolvimento e inconsistentes, são identificados como distúrbio fonológico inconsistente, enquanto as crianças que apresentam alterações apenas articulatórias relativas à falta de precisão na produção dos sons da fala, são chamadas de distúrbios articulatórios.

A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
A afasia caracteriza-se pela alteração de processos linguísticos de significação de origem articulatória e discursiva (nesta incluídos aspectos gramaticais) produzida por lesão focal adquirida no sistema nervoso central, em zonas responsáveis pela linguagem, podendo ou não se associarem a alterações de outros processos cognitivos.
É um tipo de afasia não fluente cuja principal característica é a redução de fala. O paciente apresenta uma linguagem espontânea extremamente reduzida, e sua expressão é marcadamente lenta e breve. A repetição é boa e, especificamente neste caso, é muito melhor do que a emissão oral observada durante a fala espontânea. A compreensão geralmente está preservada. Na escrita, pode-se observar a mesma falta de iniciativa/inércia observada na fala, e a leitura está normal ou pouco comprometida.

Diante do exposto, marque a alternativa que apresenta a classificação CORRETA do tipo de Afasia deste paciente:
Mulher de 32 anos foi encaminhada à avaliação fonoaudiológica após apresentar episódios recorrentes de visão turva, parestesias em membros superiores e inferiores, além de fadiga intensa. O exame neurológico evidenciou sinais de comprometimento em múltiplas regiões do sistema nervoso central, com evolução em surtos e remissões. Na avaliação fonoaudiológica da fala, observaram-se voz escandida, alteração de ritmo, tremor vocal, alongamento excessivo de vogais e dificuldades articulatórias decorrentes de incoordenação motora. Diante desse quadro clínico, o diagnóstico mais provável é:
Uma paciente de 18 meses foi levada à consulta fonoaudiológica. Na anamnese, os responsáveis relataram que a criança possui um vocabulário de 5 a 10 palavras, faz uso de gestos para se comunicar e compreende ordens simples no contexto, como “dá tchau” ou “pega a bola”. Também relataram a presença de balbucio desde os 6 meses e o início das primeiras palavras por volta dos 12 meses. Considerando os marcos esperados do desenvolvimento da linguagem, a avaliação desse quadro sugere: