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Mulher de 32 anos foi encaminhada à avaliação fonoaudiológica após apresentar episódios recorrentes de visão turva, parestesias em membros superiores e inferiores, além de fadiga intensa. O exame neurológico evidenciou sinais de comprometimento em múltiplas regiões do sistema nervoso central, com evolução em surtos e remissões. Na avaliação fonoaudiológica da fala, observaram-se voz escandida, alteração de ritmo, tremor vocal, alongamento excessivo de vogais e dificuldades articulatórias decorrentes de incoordenação motora. Diante desse quadro clínico, o diagnóstico mais provável é:
Uma paciente de 18 meses foi levada à consulta fonoaudiológica. Na anamnese, os responsáveis relataram que a criança possui um vocabulário de 5 a 10 palavras, faz uso de gestos para se comunicar e compreende ordens simples no contexto, como “dá tchau” ou “pega a bola”. Também relataram a presença de balbucio desde os 6 meses e o início das primeiras palavras por volta dos 12 meses. Considerando os marcos esperados do desenvolvimento da linguagem, a avaliação desse quadro sugere:
Estudos em epidemiologia da linguagem demonstram que determinadas alterações estão fortemente associadas a dificuldades persistentes de leitura e de escrita, com repercussões acadêmicas e sociais relevantes. De acordo com a literatura, a condição que apresenta maior associação com prejuízos escolares de longo prazo consiste em:
A literatura tem apontado sinais que podem ser levantados como alertas para transtornos de linguagem oral e escrita, em uma abordagem preventiva.
Podem ser considerados sinais de alerta de alterações morfossintáticas, as dificuldades
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Na avaliação da percepção de fala, a menor intensidade em que o indivíduo é capaz de reconhecer 50% dos estímulos de fala é denominado
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