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Sobre a Filosofia da linguagem comum, formulada no contexto da Universidade de Oxford em meados do Século XX, podemos afirmar:


I – É uma perspectiva filosófica que se preocupava em formalizar e disciplinar logicamente a linguagem, seguindo os passos de Frege e Russell.

II – É uma perspectiva filosófica que se preocupava em analisar as expressões tal como estas são usadas na linguagem natural falada, por vezes visando dissolver problemas filosóficos tradicionais.

III – Entre seus principais representantes estão John L. Austin e Peter F. Strawson.

IV – Austin introduziu noções, conceitos e distinções que foram fundamentais para o desenvolvimento da chamada pragmática no campo da filosofia da linguagem.

V – Strawson dedicou-se também ao que chamava de ''metafísica descritiva'', buscando capturar, por meio da análise da linguagem, conceitos do senso comum como corpo, pessoa, tempo e espaço.


Marque a alternativa CORRETA:

Com o propósito de explicar o problema do significado, a professora apresentou aos estudantes do Ensino Médio dois excertos de textos de diferentes períodos da História da Filosofia, mostrados a seguir.

TEXTO 1

Palavras, em seu significado primário e imediato, nada significam senão as ideias na mente de quem as usam, por mais imperfeita e descuidadamente que estas ideias sejam apreendidas das coisas que elas supostamente representam. Estas palavras, então, são as marcas das ideias de quem fala.

LOCKE, J. Ensaio sobre o entendimento humano. São Paulo: Abril cultural, 1978.

TEXTO 2

O significado de uma proposição constitui o método da sua verificação. A forma mais simples de uma definição indicativa consiste em um gesto indicativo combinado com a pronúncia de uma palavra, assim como quando ensinamos a uma criança o sentido do termo “azul’’ mostrando-lhe um objeto azul.

SCHILICK, M. Sentido e verificação. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

Nesse caso, pode-se inferir da comparação entre o Texto 1 e o Texto 2 que o significado está
A respeito da Filosofia da Linguagem, analise o quadro abaixo:

- A linguagem é composta de proposições: assertivas sobre coisas que podem ser verdadeiras ou falsas;
- O mundo é composto de fatos: as coisas são de um certo modo;
- As proposições são “imagens” de fatos, do mesmo modo que mapas são imagens do mundo;
- Qualquer proposição que não retrate fatos é sem sentido; por exemplo, “matar é ruim”;
- Minha linguagem é, portanto, limitada a declarações de fatos sobre o mundo;
- Os limites da minha linguagem significam os limites do mundo.

Assinale o pensador ligado à Filosofia da Linguagem caracterizado pelo quadro.
Se alguém se dispõe a instaurar e estender o poder e o domínio do gênero humano sobre o universo, a sua ambição seria, sem dúvida, a mais sábia e a mais nobre de todas. Pois bem, o império do homem sobre as coisas se apoia unicamente nas artes e nas ciências. A natureza não se domina, senão obedecendo-lhe.

BACON, F. Novum Organum ou verdadeiras indicações acerca da interpretação da natureza. Pará de Minas: M&M Editores.2003. p.129.


O trecho acima revela uma característica fundamental da filosofia do inglês Francis Bacon, um dos inauguradores do ciclo moderno de pensamento.
Tal característica está adequadamente resumida em:
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Sobre a verdade em Tomás de Aquino, considerando as proposições seguintes, assinale a alternativa que apresente afirmativas incorretas.

I. A verdade se dá unicamente no intelecto, visto que “o que é”, estando fora da mente, não pode ser dito verdadeiro. II. A verdade se dá mais propriamente no intelecto, no juízo, mas todo ente é verdadeiro enquanto é. III. O fundamento da verdade é o ente, não o intelecto. IV. O fundamento da verdade é o intelecto, o juízo, ainda que o termo da verdade seja o “que é”.