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Em sua investigação sobre a lógica da pesquisa científica, Karl Popper percebe a impossibilidade de provarmos a verdade de uma teoria a partir da experimentação empírica. Isso porque tal prova implicaria necessariamente no recurso a um argumento falacioso, a afirmação do consequente. De forma esquemática, poderíamos resumir da seguinte maneira tal argumento: se a teoria A está correta, então o experimento terá o resultado X; o experimento teve o resultado X (o esperado); logo, a teoria A é verdadeira. Ora, não necessariamente, afinal, uma outra teoria ainda não apresentada também poderia oferecer uma boa explicação para este fenômeno. Todavia, pode-se sim provar por modus tollens a falsidade de uma teoria, desde que o resultado que se previa para o experimento não seja verificado.

Como Popper redefine a ciência a partir dessa constatação?
Quanto às proposições categoriais, segundo Aristóteles, sabemos que proposições universais afirmativas e particulares negativas são contraditórias, e o mesmo se pode afirmar de universais negativas em relação a particulares afirmativas. Isso pode ser deduzido do que conhecemos como “quadrado aristotélico das oposições”.
Assinale a alternativa que apresenta um exemplo desta relação de contradição.
Os silogismos categóricos são argumentos formados com enunciados categóricos. Todos os silogismos têm duas premissas e uma conclusão. Um silogismo só possui três termos distintos; sendo um termo médio e dois termos extremos. Nesse sentido, é correto afirmar que o termo médio ocorre

Considere o seguinte argumento:



O universo exibe, em todas as escalas do espaço e do tempo, estruturas complexas que se assemelham às máquinas. A melhor explicação para tal semelhança é que o universo tenha sido projetado e criado por um desígnio inteligente. Logo, o universo foi projetado e criado por um desígnio inteligente.



Sobre este argumento, é correto afirmar que ele é formalmente

Considere o seguinte diálogo fictício entre Sócrates, Platão e Apolodoro:



SÓCRATES: Tenho um enigma para vocês: X é o único discípulo do meu mestre que também é mestre dos meus discípulos. Quem é X?


PLATÃO: Ora, essa é muito fácil. Nesse caso, X é você, Sócrates.


APOLODORO: Claro que não, Platão. Se X é o único discípulo do meu mestre que também é mestre dos meus discípulos, então X sou eu. (Ou seja, nesse caso, X é Apolodoro).



Com base nesse diálogo é correto afirmar que