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No contexto da implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias propõe uma progressão da aprendizagem que respeita as fases de desenvolvimento do estudante, mas altera significativamente a profundidade e o foco da abordagem dos conteúdos de Física na transição do ensino fundamental II (Anos Finais) para o ensino médio.

Considere um planejamento docente que visa articular o conhecimento sobre eletromagnetismo. No 9o ano, o professor aborda a bússola e o campo magnético terrestre para explicar o funcionamento da orientação geográfica. Já no ensino médio, o foco recai sobre as leis de indução e o funcionamento de sensores para sistemas de segurança escolar.

Com base nas diretrizes da BNCC para a progressão do conhecimento físico, a principal diferença pedagógica entre a abordagem do ensino fundamental II e a do ensino médio é

Uma rede de comunicações via rádio apresentou uma queda súbita de desempenho (latência elevada). Foram detectados problemas em cinco diferentes estações da rede. Houve a alocação de um engenheiro por estação e, juntos, conseguiram restabelecer o funcionamento pleno da rede através das seguintes estratégias:


• Engenheiro 1: Consultou a base de dados do fabricante, identificou um alerta de falha de sincronismo e executou a atualização de firmware recomendada pelo suporte técnico.

• Engenheiro 2: Seguiu rigorosamente o manual de procedimentos da instituição, acionando o sistema de redundância de hardware previsto para casos de instabilidade de sinal.

• Engenheiro 3: Optou pela substituição sequencial dos componentes físicos da estação (cabos, conectores e rádio) até que a rede voltasse a operar com 100% de eficiência.

• Engenheiro 4: Formulou a hipótese de refração anômala por gradiente térmico regional, monitorou o sinal isolando variáveis externas e validou matematicamente o modelo antes de realizar o ajuste físico.

• Engenheiro 5: Acionou a Inteligência Artificial especialista da empresa, que analisou milhões de logs e executou um ajuste paramétrico automático nos filtros digitais.


Considerando-se os fundamentos da metodologia científica e a evolução do pensamento científico (de Galileu), o profissional que utilizou o método científico em sua intervenção foi o

Considere um transformador monofásico com valores nominais: 100 kVA,60 Hz,13.800/220 V. Quando submetido ao ensaio de curto-circuito realizado no enrolamento de tensão superior foi obtida, para a corrente nominal desse enrolamento, uma potência aferida de 4,0 kW. No ensaio de circuito aberto realizado no enrolamento de tensão inferior foi obtida, para tensão nominal desse enrolamento, uma potência aferida de 1,0 kW. Quando este transformador estiver operando com tensões e frequência nominais e suprindo uma carga com fator de potência 0,6 indutivo, terá rendimento máximo igual a
Durante uma aula de física, um professor explicou que partículas eletricamente carregadas, como o próton, ao se moverem em um campo magnético, sofrem uma força chamada força magnética de Lorentz. Essa força depende da carga da partícula, da intensidade do campo magnético, da velocidade da partícula e do ângulo entre a direção do movimento e as linhas do campo magnético.
Para ilustrar, o professor propôs o seguinte exemplo:

Um próton (q = 1,6 × 10‑19 C) move‑se em uma região onde existe um campo magnético uniforme de intensidade B = 3,0 × 10‑3 T. Sua velocidade faz um ângulo de 60° com as linhas de campo, e ele sofre ação de uma força magnética de F = 2,4 × 10‑16 N. Admita sen60° = √3 / 2

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

Nesse caso, é correto afirmar que se o próton se movesse paralelo às linhas do campo magnético (θ = 0°), a força magnética seria máxima, pois estaria totalmente alinhado ao campo.
Durante uma aula de física, um professor explicou que partículas eletricamente carregadas, como o próton, ao se moverem em um campo magnético, sofrem uma força chamada força magnética de Lorentz. Essa força depende da carga da partícula, da intensidade do campo magnético, da velocidade da partícula e do ângulo entre a direção do movimento e as linhas do campo magnético.
Para ilustrar, o professor propôs o seguinte exemplo:

Um próton (q = 1,6 × 10‑19 C) move‑se em uma região onde existe um campo magnético uniforme de intensidade B = 3,0 × 10‑3 T. Sua velocidade faz um ângulo de 60° com as linhas de campo, e ele sofre ação de uma força magnética de F = 2,4 × 10‑16 N. Admita sen60° = √3 / 2

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.

Nesse caso, é correto afirmar que o valor da velocidade (v) do próton, em m/s, é de 2/√3 x 106.