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Leia o excerto a seguir, extraído de Santos (2014):

Definimos _________ como a capacidade ou propriedade de obrigar alguém a fazer alguma coisa. Nesse sentido, e? importante ressaltar que, em suas mais variadas manifestações, pode ser exercido mediante o uso da coação e/ou da persuasão. Em matéria de política, ambas as opções são tidas como válidas, dependendo de quem exerce e de como escolhe exercer.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
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A opinião pública é irrelevante para a legitimidade institucional dos conselhos de fiscalização profissional, pois tais entidades atuam apenas sob parâmetros técnicos.
Para Max Weber (2015), a dominação refere-se à probabilidade de que um comando específico seja obedecido por um grupo de pessoas. Um dos tipos de dominação legítima é aquela fundamentada na devoção afetiva e estritamente pessoal dos dominados aos dotes extraordinários de uma autoridade de natureza extracotidiana, que surge frequentemente em momentos de rompimento com as regras instituídas. O trecho descreve qual tipo de dominação?
Max Weber distinguiu três tipos puros de dominação legítima com base no fundamento pelo qual os governados reconhecem como válido o poder a que se submetem. O Estado moderno, segundo o autor, corresponderia ao predomínio da dominação racional-legal.
Estamos diante desse tipo de dominação quando um cidadão 
Leia o texto seguir.

Era assim, por exemplo, na Revolução Constitucionalista de 1932, em que “São Paulo” aparecia como sujeito coletivo encarnando um só interesse regional, deixando de levar em conta os “acordes dissonantes”. É o que vivemos, por exemplo, nas campanhas políticas proporcionais em que se costuma pedir o voto a alguém da cidade. Há a ilusão de que um candidato possa representar os interesses de todos os setores sociais da cidade, interesses muitas vezes conflitantes. O conceito de classe precisa ser obliterado no discurso regionalista, para que este possa funcionar. É assim, ainda, quando nos falam de interesses nacionais e exigem que torçamos pelo Brasil.

CERRI, L. F. Regionalismo e ensino de história. Revista de História Regional, v. 1, n. 1, p. 138, 2007. [Adaptado].

O autor aponta qual desafio para o regionalismo?