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Um paciente de 65 anos é admitido na UTI com diagnóstico de choque séptico. Após 48 horas de tratamento, ele desenvolve insuficiência renal aguda, disfunção hepática e necessidade de ventilação mecânica devido à hipoxemia refratária. Qual é a principal abordagem terapêutica para prevenir a progressão da falência de múltiplos órgãos nesse contexto?
Um paciente internado na UTI apresenta hiponatremia hipovolêmica, com natremia de 125 mEq/L, pressão arterial baixa e sinais de desidratação. Considerando as recomendações de Knobel (2006) e de Azevedo et al. (2020), qual é a conduta mais adequada para a correção desse distúrbio? 
Durante a reposição volêmica de um paciente crítico, opta-se por administrar grandes volumes de soro fisiológico 0,9%. Após a infusão, observa-se acidose metabólica hiperclorêmica. Qual mecanismo fisiopatológico explica, de forma mais provável, a alteração descrita? 
Um paciente de 65 anos é admitido na UTI com diagnóstico de choque séptico. Após 48 horas de tratamento, ele desenvolve insuficiência renal aguda, disfunção hepática e necessidade de ventilação mecânica devido à hipoxemia refratária. Qual é a principal abordagem terapêutica para prevenir a progressão da falência de múltiplos órgãos nesse contexto?
Um paciente de 65 anos é admitido na UTI com diagnóstico de choque séptico. Após 48 horas de tratamento, ele desenvolve insuficiência renal aguda, disfunção hepática e necessidade de ventilação mecânica devido à hipoxemia refratária. Qual é a principal abordagem terapêutica para prevenir a progressão da falência de múltiplos órgãos nesse contexto?