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Em uma análise de pacientes com parada cardiorrespiratória, assinale um parâmetro de boa qualidade nas manobras de ressuscitação. 
As cardiopatias congênitas canal-dependentes são aquelas nas quais o canal arterial é essencial para manter adequada perfusão pulmonar, sistêmica ou permitir a mistura entre as circulações pulmonar e sistêmica, especialmente nas primeiras horas ou dias de vida. Considerando essa definição, assinale a alternativa que apresenta uma cardiopatia congênita em que o fluxo sistêmico depende do canal arterial para garantir a sobrevida neonatal. 
Homem, 69 anos, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave (ex-fumante), é admitido na emergência com piora progressiva da dispneia nas últimas 48 horas, tosse com escarro amarelado e uso de musculatura acessória. Em casa, usa oxigenoterapia noturna. Ao exame físico, TA: 120/70 mmHg, FC: 110 bpm, FR: 30 irpm, SatO2: 86% com oxigênio por cateter nasal, 3 L/min. Paciente está ansioso, orientado (Glasgow 14), sem sinais de choque. Gasometria arterial em O2 a 3 L/min, pH: 7,27, PaCO2: 78 mmHg, PaO2: 58 mmHg, HCO3? : 31 mEq/L. Qual é a conduta inicial mais apropriada na UTI para esse paciente, considerando que apresenta insuficiência respiratória aguda hipercápnica sobre DPOC?
Homem, 62 anos, internado por pneumonia adquirida na comunidade, evolui com hipotensão persistente (PA – 78/50 mmHg) e taquicardia (FC – 128 bpm), apesar de reposição volêmica inicial com 30 mL/kg de cristaloide. Lactato sérico – 4,5 mmol/L. Exames laboratoriais indicam leucocitose e função renal levemente alterada. Qual é a conduta hemodinâmica inicial mais apropriada para o paciente, que apresenta choque séptico refratário à reposição volêmica?

Durante a Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade em um adulto, qual é a frequência e a profundidade corretas das compressões torácicas recomendadas pelas diretrizes atuais?