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 O médico está de plantão em uma unidade de terapia intensiva pediátrica e é chamado pela equipe de enfermagem para avaliar um paciente de 2 anos, internado por sepse de foco cutâneo. Ao avaliar o paciente, é identificado que ele se encontra em parada cardiorrespiratória, com o ritmo no monitor demonstrado a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


O médico, então, inicia as compressões cardíacas. Segundo o protocolo PALS (Pediatric Advanced Life Support), assinale alternativa que apresenta a conduta adequada nesse caso.
Paciente de 3 anos e 2 meses, internado na UTI pediátrica há 4 dias por trauma cranioencefálico grave (queda de televisão em polo cefálico após se apoiar no móvel). Tem tomografia de crânio com edema cerebral grave, inclusive com sinais de herniação. Evolui com coma arreativo e aperceptivo e com pupilas midriáticas fixas; sedação e analgesia contínuas pausadas há 48 horas, com manutenção do comprometimento neurológico. Não apresenta disfunção renal ou hepática. O médico é questionado sobre a abertura do protocolo de morte encefálica. No momento, o paciente está intubado com parâmetros ventilatórios moderados (com FIO2 de 100%), com gasometria arterial com pH = 7,44; pCO2 = 44; pO2 = 204; bic = 30; SatO2 = 98%, recebendo adrenalina a 0,2 mcg/kg/min. Sinais vitais com FC = 142 bpm; PA = 72 x 44 (58) mmHg; FR igual ao do ventilador (está em apneia); temperatura retal = 35,8ºC; SatO2 = 98%. Não apresenta distúrbios eletrolíticos nos últimos exames.

Assinale a alternativa que contém a condição apresentada pelo paciente que impede a abertura do protocolo de morte encefálica nesse momento.
Paciente de 12 anos internada por quadro de cetoacidose diabética, com exames iniciais com pH = 7,08; bic = 6, pCO2 = 20; Na = 135; K = 5,4. Glicemia capilar da admissão de 428 mg/dL. Feito manejo inicial da hidratação e do potássio adequadamente. No momento, está na quinta hora de tratamento, recebendo soro com oferta hídrica de 120 mL/kcal/dia, sem glicose, com Na = 68 mEq/L e K = 40 mEq/L, além de insulina regular contínua na dose de 0,05 UI/kg/h. Exames do momento com gasometria com pH = 7,19; bic = 13; pCO2 = 26; Na = 138; K = 5,3 e glicemia capilar de 104 mg/dL.
Com base na evolução laboratorial e considerando que a paciente vem com boa evolução clínica, mantendo bom nível de consciência, assinale a alternativa que descreve a conduta adequada no momento, com relação ao manejo da cetoacidose diabética.
Paciente de 2 meses dá entrada no pronto-socorro com quadro de 4 dias de tosse e coriza, com piora há um dia, quando iniciou inapetência e sinais de desconforto respiratório. Irmão de 3 anos com sintomas gripais. Ao exame físico, está em regular estado geral, taquidispneico, com FR = 70 ipm, tiragens subdiafragmática e de fúrcula moderadas e SatO2 = 87%, em ar ambiente. Ausculta com estertores grossos e roncos difusos. Radiografia de tórax com sinais de hiperinsuflação. Não houve melhora após atendimento da fisioterapia. Nesse momento, foi instituído o cateter de alto fluxo.
Assinale a alternativa que descreve corretamente a ação do cateter de alto fluxo, no caso relatado.
Paciente de 10 anos, com antecedente de asma de difícil controle, apresenta tosse seca, sem febre, há dois dias. Ao exame físico, regular estado geral, consciente, sibilos inspiratórios e expiratórios difusos, FR = 48 ipm, tiragens de fúrcula, intercostal e subdiafragmática, tempo expiratório prolongado, SatO2 = 88%, em ar ambiente. Realizadas inalações com salbutamol e ipratrópio e dose de ataque de metilprednisolona, sem qualquer melhora do quadro. Mantido em máscara não reinalante a 15 L/min, com SatO2 = 95%. Radiografia de tórax apenas com sinais de hiperinsuflação.
Em face do exposto,assinale a alternativa que contém a conduta adequada a ser realizada nesse momento, para melhora do quadro respiratório.