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Considerando a questão anterior, após cerca de 50 minutos de sua conduta, a paciente evolui subitamente com piora do padrão respiratório, aumento da dispneia, distensão abdominal importante, redução da expansibilidade torácica e queda da saturação para 78%. À ausculta, murmúrio vesicular reduzido bilateralmente, sem ruídos adventícios novos.

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De acordo com a radiografia da paciente, qual é a principal complicação apresentada e qual deve ser a conduta imediata?
Paciente do sexo feminino com 70 anos, com história de hipertensão e diabetes e abandono do tratamento, tabagista por mais de 30 anos. Refere dispnéia com piora há cerca de uma hora, com fala entrecortada, sudoréica, diaforética, após monitorização e instalação de Máscara de O? não reinalante; a paciente apresenta: SpO? 86%, PA 130 X 90mmHg, FC 115bpm e FR 36irpm. DPOC grave, pH 7,28 / pCO? 72 / pO? 60. Saturação 86% em 15 L/min. 

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Qual a melhor conduta para esta paciente?
Em relação ao choque séptico, qual o alvo de pressão arterial média (PAM) recomendado nas primeiras horas de reanimação? 
Considerando a necessidade de realizar a intubação em sequência rápida (SRI) de um paciente em choque séptico, com PA 80 x 60 mmHg, FC 145bpm e SpO2 86%, qual das alternativas a seguir contempla o indutor mais apropriado para este caso? 
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Qual fator está mais associado à mortalidade nesse quadro e qual é o principal mecanismo fisiopatológico?